ANA À medida que Bea se desculpava pela pressa e me informava de seu compromisso, agradeci mentalmente por sua saída apressada. A tensão dentro de mim era quase palpável, e mentir para minha amiga durante o almoço já havia sido uma tarefa árdua. Não sabia como explicaria a minha ausência no apartamento, principalmente porque estava determinada a continuar minha busca sobre a morte de Jhon. — Sem problemas, Bea, eu entendo. Obrigada por almoçar comigo. Vamos marcar algo novamente em breve — respondi, tentando parecer tranquila enquanto nos despedíamos na calçada movimentada. Assim que ela partiu, fui confrontada com a realidade de que meu tempo estava se esgotando. Eu precisava agir rapidamente, descobrir as respostas que tanto almejava e entender o que havia acontecido na noite da morte

