No dia seguinte ao desabafo da consulta, Elisa se sentia consideravelmente melhor. Talvez o fato de saber que tinha em casa um remédio que ajudaria com as crises, fosse o grande responsável por esse alívio. O que realmente importava é que ela tinha acordado melhor e as horas que passou com Bea a revigoraram ainda mais. Ela estava em paz e sentia que nada poderia tirá-la do sério. Ou pelo menos ela acreditou nisso, até o horário do jantar com Jamaica chegar, ela abrir a porta para ele e... paralisar. — Caramba — a reação escapou antes que pudesse deter, enquanto os olhos dela se achavam no direito de observar cada detalhe em Jamaica. Ele arqueou uma sobrancelha. — Por favor, me diz que isso é bom — o tom dele era de brincadeira, mas o nervosismo por trás das palavras era perceptível.

