Capítulo 5- A Invasão

1412 Palavras
Assim que saio da minha goma e começo a descer as escadas começo a escutar os pipoco no pé do morro, os vapô tudo correndo com os fuzil nas costa e os morador apavorado, uns correndo, outros fechando as casas, os mercadinho tudo sendo fechado, essas p***a desses bota são uns felha da putta, tinha que invadir hoje bem no dia do baile onde sempre rola uam grana boa, onde fazemo os bagui circular a vontade, tranzendo o caos ao meu morro… Desço as escadas correndo com um fuzil nas costas e algumas 9mm na cintura, temos nossos ponto estratégico onde temo a visão geral da p***a do morro, e de onde podemos acertar os botta que insiste em cruzar o nosso caminho A correria, o desespero dos morador entre as escadarias com a intenção de se proteger dos tiiro é grande, corro entre eles descendo e indo até a boca principal de onde pretendo tirar FJ e seguir para o alto do morro, no caminho vejo um botta já mirando em mim e antes de que puxe o gatilho vejo ele desequilibrar ao ser atingido na perna, um dos meus soldados o acertou, ma sabemos que os outros estão ainda mais perto, os tiiros estão cada vez mais próximos, vejo que a porta da boca está aberta , me aproximo devagar e não penso duas vezes ao ver Fj ajoelhado e um filho da putta apontando a arma para a cabeça dele, não penso duas vezes, sei que ao puxar o gatilho serei caçado a todo custo mas não exito ao escutar a voz do desgraçado… — Aê FJ finalmente estamos cara a cara, achei que nunca iria conseguir por as minhas mãos em você, mas te encontrei fácil malandro, achei que sendo já velho no ramo não facilitaria tanto… — Qualé, faz logo o que tu quer mermão, mas na moral, num deixa meu sobrinho saber se não tu á foddido, o DIABLO não te deixará viver pra contar… — Acabarei com ele, assim como o pai dele acabou com o meu irmão, é só uma questão de tempo pra esse playboy metido a bandido ir fazer companhia ao capeta. Escutando a voz debochada do botta e vendo que ele está prestes a apagar o FJ não penso duas vezes , miro e puxo o gatilho fazendo o bosta cair, com a queda a arma cai um pouco mais distante dele e ainda vivo ele me olha e tenta reagir esticando o braço tentando alcançar a arma… — DIABLO, seu filho da putta desgraçado, atirando pelas costas… — Fala com ódio no olhar e se engasgando no próprio sangue… — Não tenho porque ter pena de um merdda como você… — Me aproximo devagar com a arma apontada para a sua cabeça… — Aê DIABLO, deixa que desse cuido eu, a rixa é antiga — FJ fala já se levantando e eu entrego pistola pra ele que não pensa duas vezes… — Te vejo no inferno junto como o merdda do VK que um dia foi teu irmão, vai fazer companhia a teu irmão no inferno — Falo e em seguida puxo o gatilho enviando definitivamente o verme pro colo do capeta. Saímo da boca e deixamo o corpo do verme lá e seguimo correndo com as arma na mão descendo as escadarias e entre os tiro, vejo de longe alguns botta se aproximando e puxo FJ e mostro, eles tão indo direto pra boca e sei que lá não vai tê jeito, vamo perder as drogga que tão lá, com certeza a apreensão vai ser grande o prejuízo pra mim vai sê maior ainda, não demora muito e escutamo que descobriram o merda largado no chão, a movimentação se intensifica e os botta começam a nos caçar em volta da boca. Pouco depois vejo que alguns dos vapor foi capturado e estão sendo levado pra entrada do morro, olho pro FJ e ele faz sinal que nao, seguimo pra parte se cima do morro, os tiiro continua ficando mais próximo, finalmente chegamo num ponto estratégico e daqui é fácil mandar balla sem ser visto, ao menos essa é a intenção desse lugar, proteger. As horas passam e os tiiros aos pouco vai cessando, e depois de mais alguns minutos finalmente saímos do nosso ponto cego e segui direto pra minha goma a minha mente se dirige a Thaíse e Geni, espero que ela s não tenham sido encontradas por ninguém e que Thaíse não tenha feirto nenhuma merdda. Sei que preciso ir na boca, o trabalho vai ser grande pra contabilizar as perdas que essas pregas causaram, mas não consigo deixar de pensa nela e com isso em mente corro em direção a minha goma, enquanto vejo os estrago pelo caminho… Nem ao menos fui dar uma olhada na boca, sei que o FJ vai arruma as coisa, chego em frente ao portão e vejo que tem alguns soldado com o fuzil atravessado , respiro fundo ao ver que minha goma num foi invadida, entro em casa e vou direto chamar a dona Geni pra que ela abrir a porta e as duas sair sabemndo que estão em segurança… Assim que ela abre me abraça forte, um abraço de "mãe". — Ravi meu filho que bom que você voltou. — Ela fala ao me soltar e fica me olhando por completo pra ver se não estou machucado. — Dona Geni, eu estou bem, num tô machucado não ok, falo tirando a camisa e em seguida abrindo os braços e gou uma girada, ela fica olhando e ao constatar que estou inteiro suspira aliviada, em seguida a abraço forte e deixo um beijo em sua cabeça, olho em volta em busca da Thaíse e não a vejo… — Dona geni, cadê a menina? — Pergunto temendo pelo pior. — Ah meu filho, ela teve um ataque de pânico e está quase desmaiada lá dentro, por favor ajude ela ok. Na moral, não esperava que isso fosse acontecer, mas até entendo o lado da mina mano, depois do que ela passou e pouco depois presenciar uma invasão no morro não deve ser nada fácil pra ela, balanço a cabeça em negação e entro no quarto e a vejo deitada na cama que tem, e vou até ela e assim que toco nela ela começa a me encher de porrada. — Aê mina, páaara p***a, tô aqui pra te fazer nenhuma p***a não, caraleo. — Grito enquanto ela continua no surto que tá… — Ravi, não adianta, deixa ela um pouco aí, acho que aos poucos ela volta ao normal meu menino , é compreensível a reação dela a tudo isso, tudo o que ela passou… Tô ligado dona Geni, mas não posso deixar ela aqui dentro, me ajuda e leva-la pro quarto,preciso manter esse lugar fechado. — Falo me aproximando mais uma vez dela e já me preparando pra mais uma sessão de murros. Assim que me aproximo ela recomeça os ataques,, encaro a fúria da mina e a pego por trás prendendo seus braços e em seguida a jogo nos ombros e vou em direção a escada, durante todo o caminho ela me dá socos nas costas e até mesmo chega a me dar uma mordida, dona Geni vai na frente e assim eu chego em frente ao quarto que ela está ficando, a porta já está aberta, entro e a jogo de uma vez em cima da cama, o que a faz por alguns segundos parar o ataque e me olhar… Viro as costas e saio andando deixando as duas lá… Mulheres, essas porras são boa pra caraleo na cama véio, mas fora dela é só dor de cabeça e essa mina tá me deixando cada dia mais doido, me deixa duro por ela, mesmo que sem intenção ela me provoca até o limite…A sensação dela em meus ombros , com os seiios roçando mexeu que só a p***a, preciso me livrar logo dessa mina ou vou acabar fazendo merdda… Desço a escada e vou até a cozinha, abro a geladeira e vejo que tem torta de limão que adoro, me sirvo de um pedaço e vou até a sala espero que dona Geni consiga amansar a fera que a mina ficou, na moral, tomara que a dona Geni consiga tirar ela do surto, preciso conversar com ela e acertar as coisas afinal ela já está bem melhor, acredito que já pode sair do morro sem me trazer consequências…
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