Rayssa Mikaelson
Não m***r ninguém era a minha meta. Se passou uma semana desde que eu descobri ser a bendita filha de Satã e como no inferno as fofocas correm rápido, uns 35 demônios vieram atrás de mim como uma vingança a Lúcifer, Crowley deu um jeito neles porque todos eram demônios de baixo escalão, graças a Deus ( Eu ainda posso falar isso?). Tá mais continuando, esse lance de ser uma vampira começou a piorar para mim, deve ser pelo fato do meu corpo querer quebrar a maldição, então tentei começar a me alimentar só de bolsas de sangue, que por sinal são horríveis, o meu corpo está rejeitando qualquer tipo de sangue que não seja direto da veia, o Kol mandou eu me alimentar dele para testar, mas meu querido pai deu chilique então tentei me alimentar da Bekah, que por sinal vomitei tudo. Já estou a 24 horas inteiras sem uma gota de sangue, daqui a pouco o Kol vai vir me obrigar a beber o da bolsa, só para mim não dissecar e eu não estou nem um pouco animada com isso.
— Oi Baixinha. – Kol disse entrando no meu quarto. — Está na hora.
— Nem pensar, prefiro dissecar do que tentar beber essa m***a de novo.
— Olha a boca! – Ele brinca. — Vamos tentar algo diferente.
— A onde a gente vai? – Ele me puxa e em V.D.V fomos para floresta. — Não vou me alimentar de coelhinhos!
— Não deve ser tão r**m.
— Não estou falando pelo gosto, estou falando porque são coelhinhos. Prefiro morrer do que me alimentar de animais! – Cruzo os braços brava enquanto ele me encara e revira os olhos.
— Cuidado com o que deseja seu monstro. – Um cara ( Provavelmente um caçador) aparece junto com mais 4 caras.
Ele atira uma flecha de maneira em mim e outro cara começa a atirar com uma arma.
— Fica atrás de mim. – Kol fala e eu obedeço, poderia estalar os dedos e m***r todos ali? Poderia, iria virar lobo e acabar com os vampiros? Também.
Kol atacou todos e quando estava prestes a m***r um deles eu vi uma tatuagem no braço dele.
— Kol ele é um dos 5! – Grito fazendo ele parar e os caçadores rirem.
— Anda vampirinho, me mata e lida com a maldição. – Ele disse e Kol o olhou com raiva.
Derrepente o meu foco sumiu e eu comecei a sentir um cheiro forte de sangue, um dos caçadores que o Kol atacou estava sangrando, esse cheiro é maravilhoso, eu não resisti e me aproximei, passei o dedo no machucado do caçador e coloquei na boca, aquele gosto é melhor do que eu esperava.
— Rayssa Não! – Ouço Kol gritar mas sua voz fica em segundo plano, estava focado apenas no sangue e em como eu queria drenar todo aquele sangue para mim.
E foi o que eu fiz, o puxei para mim e drenei todo o sangue do seu corpo em menos de 20 segundos, foi perfeito. Mas quando o corpo dele caiu eu pude reparar no que havia feito e fiquei desesperada.
O caçador que estava com o Kol tentou o atacar e então ele tirou seu coração e os outros dois fugiram.
— K-Kol E-Eu.... – Começo a falar enquanto chorava e gaguejava, ele veio até mim e me abraçou. — Kol eu.. Eu matei alguém!
— Ei calma, vai ficar tudo bem. –Ele disse e eu fiquei um tempo ali na floresta chorando deitada no peito do Kol.
Eu matei alguém, ativei minha maldição e vou ser a destruição dos Mikaelson. Na próxima semana vai ter lua cheia, vou virar lobo e depois disso vou m***r minha irmã, me juntar a Panishar e destruir o sempre e para sempre e tudo que é considerado pecado no mundo, vou ter que marcar na minha agenda para não esquecer.
Fui para casa e entrei coberta de sangue, todos me olharam preocupados e meu pai grudou no pescoço do Kol.
— O que aconteceu? – Ele perguntou segurando o pescoço de Kol o pressionando contra a parede.
— Chega. – Disse entediada e com magia empurrei meu pai para sentar no sofá. Ele me olhou irritado então eu expliquei tudo o que aconteceu.
— Freya já conseguiu achar uma maneira de ativar o lado anjo dela? – Perguntou minha mãe.
— Eu tô quase conseguindo. – Disse Freya. — Preciso de um tempo, eu conheço um cara, amigo da Keelin que entende desse tipo de coisa, anjos e etc, o Nome dele é Jace. O único problema é que ele mora em New York. Vou ter que viajar para lá.
— Acha que dá tempo? – Pergunta meu pai.
— Espero que sim. – Ela disse.
— Vou com você. – Disse Rebekah.
— Tá bom, vai ser uma viagem rápida, vou comprar as passagens de avião. – Disse Freya e saiu. Logo após a Rebekah subiu para fazer as malas.
Narradora
Rayssa subiu para o seu quarto tomar um banho e limpar todo aquele sangue. Kol fez as mesma coisa porém em banheiros separados.
Freya já havia ido para o aeroporto com Rebekah e ao chegarem lá encontram Dean e Sam.
— Estão fazendo o que aqui? – Pergunta Rebekah grossa.
— Tínhamos um caso, um fantasma no avião, longa história. – Disse Dean. — E vocês?
— Vamos para New York. – Disse Freya. — Um amigo talvez possa ajudar a desbloquear o lado anjo da Rayssa.
— Vamos com vocês, adoraríamos ajudar. – Disse Sam.
— Adoraríamos? – Pergunto Dean para o irmão que o olhou com cara seria. — É Adoraríamos. – Dean deu um sorriso mega falso.
— Não prescimos de ajuda! – Disse Rebekah.
— Precisamos Sim. – Disse Freya. — Quanto mais gente, mais rápido. E só temos uma semana.
— Tá bem. – Concordou Rebekah não muito animada.
— Tá, vamos buscar o carro. – Falou Dean.
— Carro? – Pergunto Rebekah e Freya ao mesmo tempo. — A gente vai de avião!
— Eu não ando de avião.
— Não temos tempo para ir de carro. – Disse Sam. — Vai ter que superar esse seu medo.
— Tem medo de avião? – Perguntou Rebekah rindo.
— É muito normal, Aviões caiem! – Ele debateu fazendo as meninas assentirem ainda rindo.
—Ta bom. — Disse Freya. — Só vamos logo. – todos saíram e foram para o avião.
·.·.·.·.·.·.·.
Quando Ray saiu do banho ela se embrulho em uma toalha e foi para o seu quarto se vestir.
Ao abrir o Closet, ela viu alguém atrás dela pelo espelho. Ignorou isso e vestiu sua Roupa, deitou na cama e sentiu alguem deitado junto a ela.
Ao se virar ela viu o caçador que havia matado.
— O que está fazendo aqui? Eu te matei!
— E pelo visto não sentiu remorso, qual é, fui a primeira pessoa que você matou? – Ele pergunta e Ray assenti.
— Como se sente? Tipo assim, sendo uma assassina.
— Sinceramente? – Ele assenti. — Ótima!
— Puxou seus pais então, todos monstros, igual a você. – Ele fala. — Como consegui dormir a noite sabendo que você foi o motivo da minha morte? Eu podia ter familia.
— Com o meu travesseiro, minha coberta, e ah... A ursinha Dixie. – Ray sorri debochada. — E sobre sua família, manda o endereço que mando flores e dou meus pêsames.
Ela se vira para o outro lado para dormir e ele aparece na frente dela.
— Você é uma abominação, por isso vai causar a morte de todos que você ama.
— Né. É a vida. – Ela sorri para ele e volta a fechar os olhos. — Da para fechar a matraca, eu quero dormir.
O fantasma continuou a encher a cabeça de Ray, e ela continuou a debochar dele. Ela acabou se cansando e decidiu descer para comer alguma coisa.
— Por sua culpa seu pai vai morrer! Sua irmã vai Morrer! – Disse o fantasma.
— Da para Calar a Boca! Devia ter te matado mais devagar. – Ela grita bebendo um copo de leite.
— Você tá bem? – Klaus entra na cozinha e ve a Rayssa gritando sozinha.
— Tô de buenas Pai, é só o fantasma i****a do caçador que não cala a boca. – Ela fala para o Klaus e depois olha para o caçador. — Se quiser eu levo flores para você, faço até um enterro bonitinho. Eu só quero tirar uma soneca, pela manhã você pode continuar tranquilamente me assombrando.
— A maldição do caçador. – Disse Klaus. — Querida você vai começar a ver coisas e vai até querer tirar sua vida. Precisa se acalmar ok.
— Eu tô calma. – Disse Rayssa relaxada. — É só o fantasminha que quer me causar remorso.
— Você tá bem mesmo?
— Tô sim, já até decidi dar meus pêsames para família dele. Agora eu vou dormir. – Disse ela. — O versão falsificada do Constantine, você vem ou não? – Ela diz ao perceber que o fantasma ficou parado.
— SAI DA MINHA CABEÇA!! – gritou Kol descendo as escadas. — NÃO É REAL, NÃO É REAL.
— Viu só, ele sim sabe ser assombrado. – Diz o fantasma do caçador para Rayssa.
— Ei Kol, se acalma! – Ray disse se aproximando dele que a agarrou pelo pescoço.
— Eu não vou a machucar! EU A AMO! – Disse Kol achando que estava falando com o fantasma.
Klaus se aproximou do Kol e quebrou o seu pescoço.
— Consegue mexer nos grimórios da Freya? – Klaus Pergunta para Rayssa. — Talvez tenha um feitiço para mandar os fantasmas embora.
— Não precisa, eu falo o feitiço. – Diz o fantasma para Rayssa.
— E por que faria isso? – Ela pergunta para ele.
— Cansei de você, se eu tiver que passar mais um segundo com você eu me mato. – Ele diz.
— Eu não sou tão chata assim! – Ray diz para o fantasma e depois se vira para o Klaus. — O meu fantasma vai colaborar.
— Por quê?
— Eu sou legal demais, ele não quer mais me assombra. – Ela mente e Klaus a olha com cara de quem não acredito.
O fantasma da os ingredientes para Ray e ela faz uma poção, da primeiro para o Kol.
— Funcionou? – Ela pergunta e ele assenti. — Ótimo. Tchau fantasminha camarada. – Ela diz e bebe a poção.
— Não acredito que minha filha lidou com isso melhor que você Kol. – Disse Klaus.
— Não venha dizer nada. Você também ficou louco quando matou aqueles caçadores! – Ele resmunga.
— Parem de brigar, já era óbvio que eu sou mais esperta que vocês a muito tempo. – Disse Ray.
— Esperta? – disse Kol e Ray assenti. — Ele só não te aguentou isso sim, é tão chata que o fantasma fugiu de você. – Ele fala rindo e Ray dá um t**a na cabeça dele.
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