Kol Mikaelson
Um cara baixinho chegou e parou ao lado da Rayssa, ela levou um susto que eu tô rindo até agora.
— Para de rir i****a. – Ela disse me dando um tapinha mas só fez eu ri mais.
— Mas que demora Crowley. – Disse Dean rabugento. — O teletransporte de demônio quebrou? – Pergunta sarcástico.
— Tava ocupado vendo Friends! – O demônio responde. — mas me digam, a Rachel deveria ficar com o Ross ou com o Joey?
— Joey óbvio, Ross e Rachel não tem química. – Rayssa responde.
— Né! Finalmente alguém que me entende. – Disse o demônio.
— Veio aqui para ajudar a gente ou fica de papo furado? – Dean Pergunta impaciente.
— Tá tá! – o demônio resmunga. — Por que você é tão rabugento esquilo? Deixou as Nozes cair no buraco antes de vim? – O caçador revira os olhos fazendo o demônio bufar e começar a falar. — O que você precisa de mim docinho?
— Tem um demônio atrás de mim, queria que me ajuda-se a m***r ele, ou prender tanto faz. – Ray responde.
— Trabalho com nomes!
— Panishar... – Ela começa mas o demônio a interrompe.
— Garota, tu tá ferrada de um jeito. – Ele Ri, como se fosse uma piada.
— Crowley! Pode ajudar ou não? – Dean Pergunta ao demônio.
— Talvez. Panishar não é um demônio qualquer, ele trabalha para punir as pessoas, se ele tá aqui é porque alguém acredita que você merece ser punida por algo, e ele só vai desistir até você pagar.
— Mas quem acha que eu preciso ser punida? – Rayssa Pergunta enquanto mexe no cabelo. Ela só faz isso quando começa a ficar ansiosa.
Eu me aproximo dela e a abraço de lado e sussurro em seu ouvido para respirar e se acalmar enquanto vejo a Marie me olhar com uma cara de "Conversamos depois." Mas não vou deixar o ciuminho dela me impedir de acalmar a Rayssa.
— Você que teria que saber docinho. Porque não começa contando a história da sua vida, talvez eu ache algo. – O demônio fala.
— Ok, tá bom. – Ela fala e respira fundo. — Eu nasci com o dever de lutar pelas bruxas contra os vampiros, minha família biológica foi morta pelo imortal Klaus Mikaelson, que é o meu pai atual...
— Tá, para aí! – Ele fala estranhando a história. — Sua familia te cria para proteger as Bruxas, eles são mortos por vampiros e Além disso você considera o assassino da sua família como pai?
— Eu não considero ele como pai! – Disse Ray. — Ele é o meu pai!
— Tá aí o problema! – Diz o demônio. — Sua familia acha que deve ser punida por trair eles e se juntar aos inimigos.
— E como eu paro isso? – Ray Pergunta.
— Para começar, o que o demônio quer de você?
— Que eu me junte a ele e mate toda minha família.
— Ok, o plano vai ser o seguinte...
O demônio começa a explicar o plano, ele disse que a Ray teria que se esconder em um lugar onde a magia não alcançasse, até o resto da minha família descobrir a fraqueza do demônio.
E ela como é birrenta, disse " Não, Não, Não e Não!". Mas eu consegui convencer ela dizendo que ou ela fazia isso ou a família iria morrer por culpa dela, ela concordou e no momento está fazendo as malas e se despedindo das amigas.
— Você tá brincando comigo né Kol? – Marie Pergunta entrando no meu quarto irritada e eu a olho com a cara de " O que foi dessa vez?" — Aquela v********a fica se oferecendo para você e tu esquece que tem uma namorada!
— Quantas vezes eu já disse para não chamar ela de v***a. E outra sem ciúmes agora, tenho que arrumar minha mala!
— Tá me zuando né? Você vai com ela?
— Sim eu vou! Algum problema?
— Se você sair por aquela porta Kol Mikaelson eu Juro que tá tudo acabado entre a gente! – Ela diz e eu a olho nos olhos, depois pego minha mala e saio do quarto vendo ela me olhar frustada.
— Maninho, arrasou! – Rebekah diz quando eu desço as escadas.
— É f**o ouvir a conversa dos outros Becks.
— f**o e a cara de galinha daquela lá! Admita maninho, depois da Davina você decaiu muito! – Ela me olha e respira fundo me dando tapinhas nas costas. — Relaxa que nessa viagem você vai subir tudo de novo.
Eu Reviro os olhos vendo ela rir.
Rayssa Mikaelson
— Vou sentir saudades sua Louca varrida. – Disse Josie enquanto me esmagava.
— Eu também vou minha gêmea menos favorita. – Digo e ela me olha com uma cara de " Eu te amo."
— Maninha, eu queria poder ir junto! – Disse Hope enquanto vai me abraçar.
— É mais alguém tem que ficar e cuidar dessa família louca que nos temos.
— Eu sei! Promete que não morre tá. – Ela olha pra mim. — Se for para alguém te m***r vai ser eu na hora que eu defender os vampiros. – Ela ri e eu dou um t**a no braço dela.
— Qual é. Óbvio que eu vou ganha defendendo as bruxas. – Brinco.
— Tá pronto, ninguém vai nos ouvir Desenbucha. – Disse Lizzie após queimar sálvia.
— Lizzie, isso é um pouco difícil de dizer. Promete que não vai me julgar?
— Sou sua melhor amiga, vou te apoiar não importa o tamanho da m***a que você faça.
— Tá, bem eu.... Beijei o Kol! – Digo e todas me olham com espanto.
— Nosso tio?..... Bem até que ele é bem gatinho. – Diz Hope.
— Uau, por isso ficou com aquela cara na nossa conversa de i*****o. – Disse Lizzie ainda de boca aberta.
— Porque estavam conversando sobre i*****o? – Pegunta Josie.
— Depois te conto. – Lizzie responde a irmã.
— Tá gente, eu tenho que ir! – Me despeço de todas e desço as escadas. – Quem vai comigo na viagem?
— Eu! – Kol e Becks levanta a mão.
— Claro, tia Freya conseguiu a cura? – Pergunto e ela me olha sem entender. — A cura pro chá de sumiço que esses dois tomam, porque se for pra mim ir com eles, tenho que ter certeza que eles não vão sumir do nada né. – Digo e todos riem.
— Vamo logo baixinha! – Kol me puxa da escada.
Eu me despeço da minha mãe, meu pai, tia Freya, tio Finn, tio Elijah, dos caçadores e até do Crowley, ele não é tão r**m quanto todos dizem.
Depois saio da li com Kol e Bekah, essa definitivamente vai ser uma viagem louca!
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