A vitória no porto foi o primeiro passo. No dia seguinte, usei minha posição para exigir um encontro. Não com os conselheiros, mas com o próprio Don Vescovi. Eu estava pronta para humilhá-lo. O encontro aconteceu em um local neutro. Lorenzo me levou, e eu entrei na sala de reuniões como a rainha indiscutível. Don Vescovi, um homem gordo e cheio de presunção, estava sentado à mesa. Ele riu ao me ver. — O Don Valente mandou a esposa para negociar? Que insulto! — ele zombou. Lorenzo se posicionou atrás de mim, a mão firme em meu ombro. — Ela não negocia, Don Vescovi. Ela entrega o veredito. Eu joguei uma pasta pesada sobre a mesa. Dentro, estavam cópias dos planos de ataque, rotas de fuga, e o detalhe final: a confissão de Carlo sobre a traição. — Você não nos atacou por causa dos carreg

