Sem que ela percebesse uma mulher se aproximou, ela estava vestida de um jeito estranho. Um vestido longo, estampado e rodado e um turbante com uma pedra, alinhada no centro. Ela esbarrou em helena, que se desculpou em seguida:
- Opa, me desculpe senhora, eu não havia a visto passando.
A mulher parou e se virou para ela:
- Não se preocupe comigo, preocupe-se com o passado e principalmente com o passado m*l resolvido.
Ela terminou a frase e seguiu o seu próprio caminho deixando helena parada na calçada surpresa com o que havia ouvido.
Ela resolveu voltar para a parte movimentada da cidade e encontrar um lugar confortável para escrever. A cota de “ estranhices ” do dia havia sido preenchida.
Helena tinha essa estranha mania de “ viajar “ quando caminhava sozinha , e ainda mais depois do que tinha ouvido, ela não conseghuia deixar de pensar sobre o que tinha ouvido e o que raiuos isso significava para ela. Teria a ver com Frederico? Ou era coisa da cabeça dela? Essa mulher devia saber sobre a família dela, afina ele s eram conhecidos nacionalmente, será que ela desconfiava da paternidade do filho. Ou só falou coisas aleatórias pra helena achar que ela realmente sabia de alguma coisa. Distraída com seus pensamentos ela não percebeu Frederico caminhando logo a frete dela, vindo ao seu encontro. Ele já havia a notado, é claro. Com os tempos de jogador profissional, aprendera a “ notar “ as garotas bonitas que se aproximavam , e não importava o que dissesem , ele estava ali pelas bonitas. A muito tempo ele havia conhecido uma garota, que realmente o interessara, uma garota que o fizera perceber que talvez seria um cara que deveria se casar, contruir família. Mas ela havia sumido. Ido embora , talvez ela tivesse um motivo para isso. Mas ele não se importava , agora , não mais. Ele havia ssumido um estilo de vida confortável. Dinheiro , a mulher que quisesse e a bebida que tivesse vontade de tomar. Ainda não entendia por que o fato de olhar para ela ainda incomodava, uma parte sua queria correr para ela , a segurar pelos ombros e perguntar : por que você fugiu ? Eu fiz algoi errado? Mas é claro que homem não faz essas coisas , um código de conduta ou algo assim . Ela subia a rua em sua direção , não parecia ter notado ele ali. Ela parecia pensativa , concentrada em algo . Mesmo , não tão arrumada , ela estava bonita . Sempre esteve . E todos esse s anos , não haviam feito efeito sobre ela , ela parecia a mesma .
O choque foi invitavel , e pela segunda vez desde que chegara ali , helena se viu nos braços de Frederico.
- Helena ... – foi tudo o que ele consegiu dizer.
- Frederico... – ela queria aparentar clama , e até conseguia passar um certo semblante de calma e controle , mas não estava nada bem .
Primeiro a mulher estranha , que ela nunca tinha visto , fala pra ela sobre passado m*l resolvido e agora , segundos depois ela acaba nos braços do único homem qu até o presente momento , ela realmente tinha tido algo .
- Então ... , - ele continuou a soltando em segurança na calçada , alguns poucos passantes haviam presenciado a cena , mas não tinham se interessado muito. O que ambos não notaram foi o interesse de um passante em particular . Ele não estava realmente passando , estava do outro lado da rua onde a cena aconteceu , sentado em uma das mesas que ficava na rua , de um pequeno bistrô , com um computador aberto a sua frente . Entretanto , sempre atento ao que acontecia a sua volta.
“ Interessante “ ele pensou . “ dois encontros ” . Eles definitivamente se conheciam , era meio óbvio . Helena , podia ser reconhecida como uma pessoa forte , decidida , mas ficava estremamente nervosa perto do grande jogador de futebol. Emgraçado , ela nunca pareceu o tipo que se deixava levar tão fácil por um homem e se esse fosse o caso , eles deviam ter uma história . Tai algo interessante pra saber . A verdadeira história da herdeira mais nova família MC allein e do proeminente jogador de futebol.
Do outro lado da rua, Frederico procurava iniciar uma conversa que por mais que helena também quisesse continuar, não admitiria. Fugiria o mais rápido possível . Foi o que decidiu.
_Quanto tempo , Helena – ele continuou.
Ela fingiu um sorrso, erguendo os lábios até que eles formassem uma linha reta no rosto.
Teria que conversar por um tempo para não parecer , m*l educada .
- Pois é , Um bom tempo .
Ele queria saber um pouco mais , um pouco de curiosidade e o desafio . O desafio de tentar algo com a única mulher que de alguma forma já resistira a ele . Mas não em público , estava um pouco cansado de aparecer nos tabloides de noticias e ser noticia . Bem , não que estivesse cansado , é só que se a agente dele descobrisse pelos tabloides ou desconfiasse de alguma escapada dele , teria que aguentar um bla bla bla imenso sobre preservação de imagem e o quanto ela sempre tinha que limpar as merdas que ele fazia > Ele não tinha nada com helena , não mais , o que os tabloides não perdoariam é claro . E não era um bom jeito de chegar na garota que o havia deixado, sei lá , aparecendo em um tabloide com alguma história inventada , que , se fossem do tipo que envolviam o nome dele , não seria bom para nenhum dos dois .
- Que tal tomar um café , ali no centro comercial , e conversar
Ela não parecia muito convencida
- Pelos velhos tempos...
Ela parecia menos convencida ainda e assumira um tom de urgência pra sair da presença dele
_ Common – prometo que vai ser alguns minutinhos. – eu tenho um café aqui, é bem aconchegante e vamos conseguir um tempo pra conversar e relembrar o passado.