Morte Ela me beijou. Não foi um selinho, nem um beijo inocente. Foi beijo de língua, de vontade, de safadeza guardada. E o pior, ou o melhor, sei lá, é que eu correspondi. A boca dela encaixou na minha como se tivesse sido feita pra mim. A mão dela veio no meu rosto, depois desceu pelo meu pescoço, pelo peito... e parou lá embaixo. No reflexo, dei um passo pra trás, afastando o quadril. Morte: Arruma isso aí, freira. Tu tá muito safada. Lorena: Eu não tenho culpa se você é gostoso… Ela falou do jeito mais debochado possível, olhando pra minha boca e dando aquele sorrisinho de canto. Eu fiquei parado. Sério. Porque p***a… que merda era aquela? Morte: O quê? Lorena: Nada. Eu tava falando que tô arrumando a casa. Já tô terminando de fazer a comida. Você que escutou errado… Ela se vir

