Capítulo 7

1053 Palavras
Capítulo 07 Mya Taylor Pego o diploma nas minhas mãos, e sinto como se tivesse ganhado na loteria. É a primeira vez que sinto ter concluído algo, e amo essa sensação. Enquanto a supervisora parabeniza os formandos, olho para as pessoas abaixo do palanque, os familiares e amigos dos alunos. A primeira pessoa que vejo é Tom, à frente de todos, batendo palmas enquanto me encara com um enorme sorriso no rosto. Sinto borboletas na barriga. “Então é isso que é estar apaixonada?” me pergunto, alargando o sorriso. Meu pai está em algum lugar no meio da multidão. Não consigo vê-lo, mas só de saber que ele está aqui me faz esquecer completamente dos problemas. Assim que o discurso termina e todos aplaudem, praticamente corro até a plateia. Tom vem ao meu encontro com os braços abertos, me dando um abraço tão forte que penso que vou sufocar. — Parabéns... você merece tudo de bom. — Ele me beija logo em seguida, e quase choro de novo, mas dessa vez, de felicidade. — Obrigada por vir... Sei que estava ocupado com o trabalho, espero não ter te atrapalhado em nada. — digo, e ele logo n**a, mostrando o seu sorriso, que tanto amo. — Nunca... sabe que você é prioridade para mim, em tudo. — Ele me abraça de novo, e penso que é o momento perfeito para apresentá-lo ao meu pai. Finalmente, as coisas estão melhorando. — Meu pai está aqui... queria te apresentar a ele. — falo animada, mas Tom parece meio desconfortável ao ouvir. Percebo que seu sorriso desaparece por alguns segundos e isso me deixa confusa. — Eu adoraria conhecê-lo... mas tenho que voltar ao trabalho agora, como você sabe, vim no intervalo. — ele responde rápido, olhando ao redor, como se estivesse com medo de ser visto. — Tenho certeza de que não vai faltar oportunidade no futuro. Fico triste ao ouvir, a mudança repentina de Tom é muito estranha, ele estava tão animado há alguns segundos, será que fui precipitada? Estamos namorando há três meses, ainda é cedo para apresentações? Penso em algum motivo, mas nada faz sentido. Dou um suspiro cansado e o respondo. — Está bem… — Falo meio cabisbaixa e ele percebeu minha chateação. — Não fica assim… — Ele me dá outro beijo e fala próximo a meu ouvido. — Prometo que venho te buscar quando o evento acabar, ta bem? Vou te fazer uma surpresa hoje a noite… — Ele fala de um jeito safado, um que entendo bem o que significa. Deixo um sorriso escapar, e ele se despede com pressa. — Até depois… te mando uma mensagem ao chegar. — Dou um último abraço e assim que ele sai, começo a procurar por meu pai. Após andar um tempo entre as diversas pessoas que estão presentes, o encontro perdido entre a multidão, ele parece meio atordoado com a quantidade de pessoas, e eu vou até ele, quando encosto em seu ombro, ele leva um susto. — Filha… não te vi chegando. — Ele leva a mão até o peito assustado, e eu dou uma risada, vendo como ele não mudou nada. — Estava com saudades pai.. — Dou um forte abraço nele, e ele retribui. — Sua mãe está tão orgulhosa de você… ela queria tanto vir. — Ele fala da minha mãe, e eu sinto meu coração apertar, eu quero tanto vê-la, faz tempo que não nos encontramos. — Também queria a mamãe aqui, agora posso a visitar, só preciso me organizar agora. Seguro no braço do meu pai, o levando até uma mesa, longe da multidão que está perto de nós. Nos sentamos e conversamos um pouco. — Estou orgulhoso de você, querida, muito. Esse momento significou muito para mim, ver minha linda filha se formando. — sorrio para ele, ficando sem graça e então comento com ele. — Obrigada pai, sua presença aqui foi muito importante para mim. Ficamos mais um tempo conversando, temos muitas coisas para conversar. Ele me diz que irá entregar alguns currículos, ele quer arrumar um emprego o quanto antes, disse a ele que farei o mesmo amanhã de manhã. Disse para ele não se preocupar, que vou conseguir um emprego em breve. Meu pai ficou aliviado em ver que estou determinada, porém não quero que ele saiba como me sinto de verdade, não quero que ele se sinta m*l, por eu não estar firme. Eu sei que vou conseguir. Após conversamos um tempo, percebo que as horas passaram rapidamente, está na hora de irmos embora. Me despeço dos meus colegas, Ruan, Daisy e Samantha e por fim, do meu pai. — Obrigada pai, mais uma vez, e toma cuidado na viagem, viu? — ele assente, balançando a cabeça. — Não se preocupe, se cuida minha filha, me ligue qualquer coisa, tá bom? Tenha uma boa noite. — ele me abraça e retribui. Em seguida ele dá meia volta e fico olhando ele sair do salão. Meu pai vai dormir em um hotel e amanhã cedo o amigo dele vai dar uma carona até nossa cidade natal. Ao caminhar em direção a porta, recebo uma mensagem. Ao ver de quem é, percebo que é de Tom, e nesse momento meu coração acelera. “ Estou no estacionamento, gatinha.” Nesse mesmo momento, saio às pressas do salão, indo em direção ao estacionamento. Ao chegar, ele abre a porta do carro para mim e entro no mesmo. Tom começa a sorrir e não consigo me controlar, eu só quero beijar os seus lábios. Agarro suas costas largas, o puxando para mais perto e o beijo intensamente. Tom retribui, puxando os meus cabelos, movendo sua boca sobre a minha, sinto a sua língua entrar e chupar a minha, com urgência, o que já deixa entre as minhas pernas começar a pingar na calcinha. Tom me puxa para mais perto, entrelaçando seus dedos sobre meu cabelo, sinto meu gemido entre os beijos, querendo mais. Ele me puxa para seu colo, dizendo com a voz rouca. — Eu quero você, agora. — ele sorri e me beija mais uma vez, mais calmo agora. Apenas concordo, mexendo a cabeça. Ele liga o carro em seguida e me sento no banco ajustando o cinto, sentindo a excitação crescer a cada segundo. Mal posso esperar para chegar no apartamento.
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