– É, estamos grávidos. – Paul disse, com um sorrisinho no rosto. Eu comecei a chorar. – Eu não tô feliz. Eu tô desesperada, Paul. Agora você vai me deixar sozinha com um bebê e o que eu vou fazer? Como eu vou explicar isso pro meu pai? Ele vai me matar! – Falei, brava. – Se acalma. Você acha que eu te deixaria sozinha e grávida? – Ele levou as duas mãos até meu rosto e me fez olhá-lo. – Partiu meu coração te deixar sem saber que tinha um bebê aí, imagina agora... Nós vamos dar um jeito nisso, Rebecca. Só não... Não faça nada contra nosso filho. Eu imploro. – Arregalei os olhos. – Eu não vou abortar um filho nosso. Eu só tô... Assustada. É sério, eu tô com muito medo! – Falei. Paul limpou uma lágrima que escorreu pelo meu rosto. – Nós daremos um jeito. Eu vou... Bom, eu vou comunicar a

