Ouvi Paul trancar a porta do banheiro atrás de si. – Me deixa sozinha. – Falei, enquanto secava uma lágrima teimosa que queria escorrer. O que eu estava pensando, não é mesmo? Um cara como Paul se apaixonando por mim? – Rebecca, eu não quero ter que te explicar de novo as coisas. Não tem mais o que falar. – Me virei de frente para ele. Eu tava tão nervosa que perdi o controle. Dei um empurrão no peito dele com toda a minha força, e ele nem se mexeu. Depois, comecei a dar socos em seu peito, e ele parecia rir por dentro. Segurou meus dois punhos em determinado momento e me olhou nos olhos. – Chega. – Ele disse. Eu tentava me soltar, e parecia que quanto mais eu tentava, mais ele gostava. – Tá bravinha? – Vai se f***r. Você me olha desse jeito... Transa comigo, me beija como se estive

