Capítulo 11

1173 Palavras
Assustada, a garota de olhos azuis tentou se levantar, mas seu cobertor estava enrolado em sua perna, o que facilitou para ela cair no chão. Após o som ter ecoado pela residência, Karla aparece na porta para checar o que havia acontecido, porém, não havia dado tempo porque Hellany já estava de pé enquanto Sophie mantinha-se sentada sobre a cama. — Que barulho foi esse? — Pergunta Karla olhando indiscretamente para Sophie que mantém-se olhando para o outro lado Conhecendo Sophie, a ruiva sábia, que ela havia aprontado alguma coisa. — Fui me levantar e não percebi que o coberto estava enrolado na minha perna, então acabei caindo no chão — Diz Hellany, esperando que sua tia acreditasse em sua quase verdade, tirando o fato que ela não ter dito sobre o susto levou — Certo… Não se machucou né? — Pergunta Karla outra vez ainda com os olhos na direção de sua amiga — Como está seu braço? — Ele tá bem melhor hoje — Aprese-se o café está pronto Após a ruiva ter dado o recado a mesma se retira deixando-as sozinha, Sophie se levanta indo até à garota deu um abraço em seguida saiu. Hellany sem entender nada sobre o porquê do abraço, então ela apenas seguiu sem se questionar, a jovem de cabelos dourado saiu indo para o banheiro, a seguir ela faz sua higiene matinal, logo depois toma um banho um pouco demorando. Ao ter terminado ela retorna ao quarto, troca de roupa, seca o cabelo todo molhado, a seguir a mesma vai até à cozinha puxa a cadeira em seguida sentando-se na mesma. Hellany segue tomando seu café em silêncio imersa em pensamentos, mas foi tirada após Sophie a chamar. — Cachinhos Dourados, quando você terminar, vá colocar sua roupa de treino e vamos dar um passeio — Diz a mulher de olhos esmeraldas com expressão elétrica Encerrando-se o café, Hellany faz conforme o que a mulher de cabelos platinados havia dito, ela vai para o quarto, se troca e retorna a cozinha Karla lhe avisa que Sophie a espera do lado de fora, saindo da residência a garota observar a aeronave de Sophie. A nave era semelhante a um helicóptero modelo Sikorsky UH-60 que existiu a 19 anos atrás, esse modelo foi usado quando houve a primeira invasão dos Kaijus. Sophie abriu a porta saindo do mesmo e indo até Hellany que apenas apreciava o tamanho da nave, apesar de ter espaço somente para duas pessoas, também havia um compartimento na parte da cauda onde ficavam as armas e a armadura que a mulher usava durante suas missões. — Linda não é? — Pergunta Sophie tocando no ombro da garota — É bem grande — Esse era um helicóptero modelo Sikorsky UH-60 que passou por várias modificações ao longo do tempo A aeronave tem uma cor preta, a parte da é meio achatada com um bico semelhante a de um golfinho, em baixo das asas tento da direita quanto esquerdo havia três turbina pequena. Sophie pega na mão de Hellany e a puxa levando-a em direção a nave, a seguir a mulher de olhos verdes abre a porta onde fica o assento do piloto e entra. A mesma faz um movimento com a cabeça para que a jovem entrasse pela outra porta da nave e assim ela fez. — Coloca isso — Diz a mulher de cabelos platinados entregando-lhe um fone — Para que serve isso? — Pergunta a jovem — Para nos comunicarmos Hellany coloca o fone e seguida o cinto de segurança enquanto Sophie ligava a nave, minutos depois a mesma levanta voo e ambas partem. Após um tempo sobrevoando sobre uma mata bem extensa, Sophie pousa em uma área totalmente limpa no meio da floresta. — Onde estamos? — Já você vai saber Ambas saem da nave, Sophie caminha adentrando na mata e Hellany a seguiu após andar por alguns minutos ela chegam na ponta de uma grande pedra, a jovem fica impressionada ao olhar para uma cachoeira que havia lá embaixo. — Lindo não é? — Sim, com pode existir um lugar assim nessa terra? — Pergunta Hellany impressionada com a linda paisagem que estava presenciando — Quem encontrou esse lugar foi a Karla durante uma missão de patrulhamento — Você já fazia parte do exército. Quantos anos tinha na época? — Tinha 15 anos, na época como havia tido a primeira invasão dos Kaijus e metade do exército havia sido aniquilado foi criado uma unidade especial para treinar adolescência como eu — Nossa, deve ter sido muito incrível — Incrível é… De 100 crianças da unidade que eu fazia parte, apenas 15 conseguiram sobreviver — Falou Sophie com uma expressão triste. — Como assim!? — Pergunta Hellany um pouco confusa com o que Sophie havia dito — Hoje em dia vocês têm facilidade para despertar seu gene, mais antes não era assim, nos tínhamos que passar por vários tipos de experimento — Enquanto Sophie falava sua expressão tristonha aumentava — Alguns até morria no processo. Outros não aguentava a carga neural ficará loucos no final dos 15 adolescente só 5 passará com sucesso no processo e eu fui um desses cinco. — Então a tia Karla passou pelo mesmo processo? — Não sei, quando fui designada para trabalhar com o grupo dela pensei que seria tratada igual a uma ferramenta elaborada apenas para combate, mas não ela me tratou normalmente — O que quer dizer “Ferramenta elaborada para combate” — Por causa disso Sophie virou de costa para Hellany a seguir tirou sua blusa, a garota ficou chocada ao ver que sua espinha óssea havia sido substituída por uma feita de ferro. — Meu Deus — Diz Hellany pasma com o que viu — Lembra que você perguntou para eu usava aquele remédio do frasco verde? — Sim, lembro — Aquele remédio que me mantém viva até hoje, isso só aconteceu porque forcei demais levando meu corpo ao limite inúmeras vezes — Sophie solta um leve suspiro, a seguir coloca um sorriso no rosto com se nada tivesse acontecido, o que deixou Hellany surpresa — Certo… Proponho descermos. Sophie pega na mão da garota e a guia pelo caminho até a cachoeira, chegando na mesma Sophie olha para a jovem de olhos azuis. — Certo… É aqui que você treinará sua percepção. — Mas não deu certo da última vez — Hellany o que a Karla não te contou foi que para dominar a percepção você tem que desenvolver seus 7 sentidos — Como assim!? — Vou te dar uma breve introdução para que você entenda da maneira mais fácil, então preste bastante atenção — Entendido Hellany sentou-se em uma das grandes pedras que havia perto de onde ambas estava e mantém-se plácida apenas escutando a Sophia que explicava todo o conceito de percepção, após uns 15 minutos de explicação ambas começam se preparar para começar o treinamento. — Começaremos com o primeiro sentido que é a visão, você poderia me seguir, tenho que te mostrar algo muito legal
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR