Noite De Prazer

2644 Palavras
E olhando para a cena completamente chocada, eu vi Arthur se empinando todo, enquanto um outro homem, o penetrava, e Arthur mostrava claramente o quanto estava gostando. - Eu não posso acreditar que o seu afastamento foi devido a você estar me traindo com um homem. - Falei enquanto olhava para aquela cena sem crer, já que em hipótese alguma, eu poderia imaginar que o Arthur estivesse... Deixa pra lá. - Lindy, não é nada disso que você está pensando… - Ele disse, enquanto me encarava com um olhar desesperador. - Deixa eu te explicar… - Não precisa, eu já entendi tudo. Acabou! - Não, por favor, eu sò quero que você me escute. - Suplicou logo após ter saído da cama, e caminhado na minha direção enrolado no lençol que cobria somente as suas partes íntimas. - Eu não quero te escutar. Acabou, Arthur! E agora não tem mais volta e nem segunda chance, pois você me traiu. E tem mais, esse não foi o único motivo para eu querer acabar com a nossa relação, já queria dar um fim nisso desde ontem, mas não deu, porque você não atendeu nenhuma das minhas ligações, e muito menos respondeu às minhas mensagens. - Claro, você estava me ligando feito uma desesperada, queria que eu fizesse o quê? Parasse o que eu estava fazendo para te atender? Finalmente ele confessou o que eu já havia suspeitando há um tempo. - Então quer dizer que você não atendeu as minhas ligações de propósito? - Fiquei com uma certa raiva. - Sim. - Cretino! - Você não presta, Arthur! Agora continua com o seu casinho, ou sei lá o que os dois sejam. - Lindy, não faça isso comigo por favor, vamos conversar? - Suplicou novamente fazendo menção de segurar o meu braço, mas eu estava com tanto nojo dele que acabei esquivando. - Não toque em mim, seu nojento, e me deixa em paz, ok? E outra, não vem atrás de mim, porque eu não quero papo com você. - Deixa a moça ir Arthur, e vem aqui pra nós continuarmos de onde nós paramos. Seu amante, que até então estava quieto, resolveu se pronunciar, e eu virei as costas saindo dali ainda completamente chocada com o que eu tinha visto. Então o Arthur era... Não podia acreditar que esse fdp estava me enganando o tempo todo. Logo após ter ido para sala com André no meu encalço, senti ele segurar o meu braço, e em seguida resolvi virar para encará-lo, mas o que eu acabei não gostando foi ver ele me encarar com uma certa pena. Eu não precisava da pena de ninguém, e muito menos a dele. - Se quiser ir embora para casa, eu te levo, já que eu vim com o carro do meu pai. Aí tu mostra esse rabão delicioso para mim, já que estou morrendo de saudades de dar bons tapas nele, como nos velhos tempos. Sorriu malicioso, e aquilo foi o motivo para aumentar ainda mais o ranço que eu tinha por ele, já que esse desgraçado traidor teve a audácia de falar essas coisas sujas e baixas depois de tudo que o me causou. Por isso, sem mais delongas, eu desvencilhei dele, e levantei a mão direita estapeando o seu rosto com uma certa força. - Aí! - Murmurou passando a mão sobre o local. - Essa doeu, pô. Não sabia que você tinha uma mão tão pesada. - Me respeita que eu não sou nenhuma das piranhas que você costuma t*****r por aí. Virei as costas sem dar muita ideia a ele, e continuei seguindo até o portão da casa que por sorte estava aberto com algumas pessoas que estavam ali bebendo e fumando, enquanto jogavam conversa fora. Então eu aproveitei que as meninas estavam lá dentro ocupadas, e resolvi pegar o celular na bolsa, e ligar para o Noah que atendeu na terceira chamada. - Olá! Boa noite, minha morena deliciosa! A sua voz rouca e sexy acabou causando uma pressão abaixo do útero. E aquilo foi o motivo para a calcinha pequena na qual eu estava usando, ficar ensopada. - Desculpa eu te incomodar a esse hora, mas teria como você vir aqui na casa da Fernanda me buscar? Se não tiver como, tudo bem, eu pego uma 99 ou um uber. -Que isso, minha gata? Não está me incomodando em nada, ao contrário eu estou amando escutar essa voz doce e meiga no meu ouvido. E pode ter certeza que eu vou aí buscá-la meu amor, com maior prazer, é só me passar o endereço que daqui pouco estou ai. - Muito obrigado, gatinho! Você é um doce. Posso te fazer uma pergunta? - Claro, quantas você quiser, minha gatinha deliciosa. - Você está em casa? Perguntei só por curiosidade, já que ele poderia estar curtindo o sábado com algum amigo tomando umas no bar. - Estou, e sozinho aqui deitado na minha cama só esperando por você. - Eu não acredito que ele disse isso! - E aí vai vim para cá passar uma noite agradável ao meu lado? Foi só ele falar isso para eu sentir o meu mamilo enrijecer, e a pressão abaixo do meu ventre crescer de uma forma insana. - Vou. - Pronunciei com a voz carregada de t***o. - Aí sim! Eu tô voando pra aí agora mesmo. Era impressão minha ou eu escutei ele gemer? - Então quer dizer que você terminou com ele? - Terminei. - Por telefone? - Não, ele estava na festa. - Ah sim. E o que ele estava fazendo aí? - Notei uma certa desconfiança em sua voz. - Você acredita que eu não sei. - Ah, é? Vou querer saber dessa história direitinho depois. Mas você realmente terminou com ele, né? Fui obrigada a afastar um pouco o celular da boca para rir baixo, já que eu estava notando um certo ciúme da sua parte, que querendo ou não acabou mexendo comigo de uma certa forma. - Claro que sim. Quando você chegar aqui eu te explico melhor sobre tudo o que aconteceu. - Ok! Então vou desligar aqui para me arrumar e ir aí te buscar, só não esquece de me passar o endereço, ok? - Pode deixar que eu vou passar pra você agora. - Então tá. Tchau, minha morena gostosa. - Tchau, gatão. Encerrei a ligação, e logo após peguei a localização da festa do qual a Bi tinha me enviado, e passei para ele que logo visualizou. Vinte minutos mais tarde, eu comecei a andar de um lado para o outro na calçada, enquanto roía as unhas de nervoso, pois eu fiquei com muito receio de que as meninas resolvessem aparecer por aqui, mas ao ver o carro dele parar quase em frente a casa, eu fiquei mais aliviada, e também com o coração a mil, ao escutar ele buzinar, e isso foi o motivo, para esquecer por completo, que eu estava de saltos e sair correndo na direção do veículo, e ser surpreendida quando seus lábios encostaram nos meus logo após ter entrado e me acomodado no banco do carona. - Nossa! Você está muito gata! Esse vestido ficou muito bem em você, caiu como uma luva. Vou te falar te uma coisa, posso? - Falou logo após se afastar, e me encarar com um sorriso cheio de malícia. - Pode falar o que você quiser. - Proferi sentindo o apertar levemente a minha coxa, enquanto respirava fundo. - Ai morena! Que rabão você tem, hein. Eu ia comentar contigo esses dias, mas acabei ficando com medo de me achar um p********o, e dar um t**a na minha cara. - Ri. - Você é engraçado! - Ah, então você não se importaria se eu falasse? - Nem um pouco, até porque você não fica atrás. - Sorri ao imaginar ele de costas para mim, ontem no seu apartamento, quando o próprio estava encostado na mesa. - Humm. Então você já reparou na minha b***a? - Não só isso, mas também em outras partes. - Mordi o lábio inferior de um jeito bem sensual enquanto lhe encarava. - Pqp! - Até nele? - Segurou minha mão esquerda, levando até o seu m****o que estava bem rijo. m***a! Sentir ele duro fez a minha b******a pulsar novamente, e dessa vez eu não consegui evitar um gemido que escapou dos meus lábios. - Sua morena s****a! Escutar as palavras que saíram de sua boca enquanto ele apertava a minha coxa fez a minha excitação escorrer pelas pernas. - Ah! Involuntariamente acabei gemendo ao sentir aquele contato que estava me levando a loucura. - Deixa eu ver como você está? - Enfiou a mão por dentro do vestido, e foi se aproximando vagarosamente da minha virilha, e aquele contato gerou um enorme t***o. - c*****o! Tá escorrendo pelas pernas. p***a! Tá muita pronta. Foi só ele afastar a sua mão dali, para eu começar a choramingar. - Coloca aqui, vai. - Ordenei com a voz carregada de t***o. - Você não deveria ter tirado, eu quero seus dedinhos entrando em mim, enquanto não chegamos ao seu apartamento. - Pqp! Morena gostosa! Vou ligar o carro porque eu estou doido para f********r com você em todas as posições, e por isso que é vantajoso ficar com as novinhas, vocês tem um fogo do caramba, e nós adoramos isso. Enfiou os dois dedos em meu interior, enquanto ligava o carro de forma automática. - Eu deixei no automático, só para fazer isso com você. Deu a partida, enquanto ia afundando seus dedos na minha carne. - Oh! Mais forte. Falei entre gemidos, ao sentir seus dedos entrando e saindo da minha b******a com bastante rapidez. - Morena deliciosa! Goza pra mim, vai. Não consegui prestar atenção em nada que estava acontecendo ao meu redor, inclusive nem percebi onde estávamos, já que eu estava a um passo de ter um dos melhores orgasmos de todos. Que homem gostoso! - Ah! Uh! Oh! Gozei feito uma c****a no cio logo após vê-lo parar o carro em um sinal, sorte que já era tarde e os vidros do seu veículo eram escuros, pois imagina só se alguém visse essa cena. - Gozou bem gostosinho no meu dedo gatinha. Que delícia! Tô louco por você. - Ver ele levar os dois dedos a sua boca e c****r mexeu comigo de uma certa forma. - Que gosto maravilhoso você tem. - Você me deu um dos melhores orgasmos. Gostoso! - Segurei seu queixo enquanto lhe encarava. - Hum, adorei saber isso. - Apertou meu joelho. - Estou doido para fazer várias coisas com você quando chegarmos ao apartamento. - Eu que vou te mostrar as coisas que eu quero fazer com você assim que chegarmos. Pisquei na intenção de provocá-lo, e esse foi o motivo para ele pegar novamente a minha mão e levar ao seu m****o. - Gostosa! Olha só como ele está. Tá latejando e doido para entrar em você, ele está louco pra conhecer ela e eu também. Uh! - Gemeu, e aquilo foi o motivo para eu me excitar novamente. - Imagina só eu chupando você todinha e deixando várias marquinhas espalhadas pelo seu corpinho. Oh! - Mordeu o lábio com uma certa força. - Vou acelerar o carro para chegarmos logo. E foi assim que ele fez, quando começou correr pelas ruas da cidade até chegar ao bairro Gilberto Machado onde ficava o seu apartamento. Quando chegamos, nós saímos do carro, logo após ele estacioná-lo na garagem do prédio, e como lá tinha câmeras espalhadas por todo o canto, tivemos que nos conter já que não seria muito legal o porteiro ver nós dois se pegando dentro do elevador, pois infelizmente o local tinha umas normas bem rígidas como Noah havia falado. Assim que entramos no apartamento, começamos a nos beijar com uma certa necessidade e urgência, enquanto ele fez questão de tirar meu vestido e me olhar como se eu fosse uma presa, pronta para ser devorada, pois o seu olhar obscuro sobre o meu corpo, aumentava minha excitação, e eu fiquei com uma imensa vontade de dar umas boas reboladas em seu p*u. Por isso eu o empurrei de modo que ele caísse sentado no sofá, e logo em seguida alcancei o botão da sua bermuda, desabotoando com uma certa afobação. Depois de passar a mão no seu p*u delicioso por cima da cueca, eu passei a língua entre os lábios expressando uma certa safadeza em meu rosto, já que eu estava doida para ver seu m****o rasgando a minha v***a. - c*****o! Você tem noção do quanto é gostosa? Meu Deus! Agora coloca a sua boquinha deliciosa nele, e me chupa bem gostoso. Continuei olhando ele com a mesma cara enquanto ajudava a tirar a sua cueca, mas assim que vi o seu m****o grosso e grande saltar minha boca salivou, e com isso, ajude-o a também tirar a camisa e fiquei ainda mais tentada em passar a língua por aquele abdômen sarado. - Que p*u gostoso! E também que abdômen você tem… - Falei enquanto mantive o contato visual com ele, e passava a língua entre os lábios outra vez. Aproximei o rosto do seu pênis, enquanto jogava o cabelo para o lado, e comecei a sugar sua glande para depois ir estimulando, o restante com as duas mãos. - p***a! Como você chupa gostoso! Gemeu após segurar meu cabelo com uma certa força, enquanto eu ia chupando o seu m****o de modo com que ele encostasse na minha garganta. - Deixa gozar na sua boquinha, deixa? Falou entre gemidos logo após jogar jatos quentes do seu esperma na minha boca, e ficou ainda mais surpreso ao ver que eu engolir a sua p***a. - Não acredito que você engoliu! Agora vem aqui e monta nele, e aproveita para rebolar esse r**o gostoso em cima de mim. Pronunciou com a voz carregada de t***o, e aquilo foi prato cheio para que a minha b******a pingasse de excitação, e logo após vê-lo levantar e pegar a c*******a, e abrir o pacote colocando em seu m****o, nós voltamos a nos beijar com a mesma urgência, já que os nossos corpos estavam implorando para se conectarem de uma forma mais profunda, ele alcançou o fecho do sutiã com a mão direita, e depois que os meus s***s ficaram totalmente expostos, ele me encarou com o mesmo olhar predatório, enquanto eu empurrei ele vagarosamente até o sofá de um modo com que o próprio ficasse sentado, e quando tirei a última peça que era a calcinha, eu sentei em seu colo colocando uma perna de cada lado. Levantei um pouco só para posicionar seu m****o na minha entrada, já que eu estava demasiadamente ansiosa para senti-lo, seu p*u grosso e gostoso me rasgou por inteira, e um t***o imenso começou a se apossar de mim, ao senti-lo adentrar aos poucos na minha i********e. - c*****o! Muito apertada, meu Deus! Que delícia de morena! Oh! Apertou com força minha cintura, à medida que eu ia me acostumando com aquela delícia dentro de mim, e eu comecei a movimentar-se aos poucos nele. - Ah! Que delícia! - Continuei com o movimento constante de subir e descer, enquanto esfregava meu c******s para aliviar o t***o que eu estava sentindo ao ter uma parte desse homem gostoso dentro de mim. - Você é que é uma delícia, garota! Muito gostosa. Estou ainda mais gamado em você. Comecei a rebolar com maestria enquanto sentia a sua boca sugar meu mamilo esquerdo, e a mão apertar o direito. Aí! Esse homem sabia exatamente como f***r uma mulher! Que homem maravilhoso! Estava indo a loucura com ele, e principalmente com o seu p*u delicioso. - Que rebolada gostosa! Já estou viciado. - Proferiu contra os meus lábios, enquanto eu rebolava e quicava ao mesmo tempo em cima dele.
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