REGRAS

247 Palavras
Prólogo O Código do Clube O Clube não nasceu do amor. Nasceu da necessidade. Homens que entenderam cedo demais que o mundo não respeita quem não impõe limites. Que prot£ção não é opção. Que posse é responsabilidade. O Clube dos Homens Possessivos surgiu entre pactos fortes, acordos selados com aperto de mãos firmes e sangue. Não era apenas uma reunião de homens ciumentos — era uma Fraternidade. E toda a fraternidade tem regras inquebráveis. A primeira regra é lealdade absoluta. Ao Clube. Aos irmãos. À mulher que carrega o seu nome. A segunda regra é p******o acima de orgulho. Um homem do Clube pode perder negócios, dinheiro, influência — mas nunca permite que a mulher que escolheu seja exposta, humilhada ou ameaçada. A terceira regra é controle. A fúria existe. O ciúme também. Mas ambos devem servir ao homem — nunca governá-lo. A quarta regra é silêncio. O que acontece dentro do Clube, permanece dentro do Clube. E há uma última regra, a única que todos eles dominam completamente: Quando escolher uma mulher, escolha para ficar. Porque no Clube não existe posse temporária. A antiga geração construiu impérios com instinto bruto. A nova geração foi criada dentro desse código. Eles não herdam apenas poder. Herdam o peso. E agora a Fraternidade está organizada. Mais estratégica. Mais refinada. Mais perigosa. O mundo pode até chamar de obsessão. Eles chamam de compromisso. E quando um homem do Clube diz “ela é minha”… NÃO VOLTA ATRÁS
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