MARCOS NARRANDO Ana Luiza não queria me acompanhar, então, eu tive que ser bruto. Peguei-a no colo a força, colocando seu corpo em cima de meu ombro como se ela fosse um cadáver. - Me solta... - Ela resmungou. - Insuportável. - Fica de boa, Ana Luiza. Eu vou te levar pra casa Confesso que me aproveitei um pouco da situação. Eu precisava segurar ela, e apoiei uma das mãos aonde eu não devia. - Ei... - Resmungou. Coloquei-a no carro, no banco de trás, com cuidado. Respirei de forma profunda e fui para o banco do motorista. Quando liguei o carro, ela literalmente agarrou meu pescoço por trás e começou a gritar. - Quem é você, seu safado? Eu sou uma policial, tá? Eu vou te matar se você estiver me sequestrando! - Disse, com a voz arrastada. Eu acabei rindo com o que ela disse, mas tos

