Lídia Agora eu virei alguma safada nessa vida, não é possível! Ele acha mesmo que eu ia tentar dar o golpe na barriga nele? Na moral, nunca fui tão humilhada na minha vida. Eu comecei a andar pelo corredor, ainda tonta com as palavras dele, e foi aí que eu bati de frente com um homem. Era um carcereiro. Ele ficou me encarando e deu um sorrisinho. Eu comecei a andar de volta para trás, mas antes que eu pudesse correr, ele segurou o meu braço e me encostou na parede. Lídia: Me solta, c.aralho! Tá maluco? - eu gritei desesperada. Carcereiro: Calma, gatinha! Vamos brincar um pouco. Pelo visto, você não foi escolhida por nenhum dos vagabundos, o que eu acho estranho, porque você é muito bonita e gostosa. - ele falou, passando a mão no meu rosto. Lídia: Me solta agora! Eu não quero, c.aralho

