Pantera Quando o carcereiro abriu a porta da solitária, eu já sabia que estava livre. Ele ficou me olhando com cara de cu, e eu queria dar um soco na cara dele, mas não deu, porque eu não ia voltar para cá, né? Perder a liberdade por causa de um soco na cara de um cuzão desse? Nessa hora, duvido muito. Ele foi me arrastando até o banheiro e perguntou se eu queria tomar banho antes de sair. Eu falei que não, que banho eu tomava na minha casa. Carcereiro: Eu não sei o que você fez com o juiz, mas a sua liberdade não vai durar muito. Você sabe que vai voltar para cá rapidinho, né? Pantera: Eu não fiz nada com ninguém, eu sou inocente até que se prove o contrário. Todos esses crimes que jogaram nas minhas costas não têm fundamento nenhum. Onde já se viu um homem calmo como eu fazer alguma c

