Contando as horas pra te ver

1305 Palavras

Luma Kayo e Gabriel riem o tempo todo, conversando como se se conhecessem há anos. Acabo sorrindo involuntariamente, afinal, o meu desejo sempre foi ver os dois assim: brincando, sorrindo, conversando, sendo amigos. Mas em seguida me lembro que para ele meu filho é só um estranho, é uma criança qualquer e isso me entristece imediatamente. — Me dá licença, por favor — peço e me levanto sem olhar para o rosto deles. Me direciono para o toilet do restaurante italiano que trouxe meu filho e consequentemente Gabriel. Chegando no ambiente privado, não seguro as lágrimas e elas rolam sem controle. Debruço-me sobre a pia e deixo toda a dor sair em forma de choro. Depois ergo a cabeça e lavo o rosto, tento jogar bastante água fria a fim de tirar todo o inchaço. Seco com o papel toalha e retoco

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