28° capítulo

1657 Palavras

Henrique. Era como um borrão, eu só via isso, um borrão. Meus braços doíam assim como o meu corpo todo. Porém parecia que a minha cabeça estava aberta pela dor que eu sentia. O "pi" de uma máquina ao meu lado apitava a cada segundo e eu tive a sensação de estar em um hospital. Mas não me lembro do que aconteceu, não me lembro de nada. - que bom que acordou senhor Maciel. - era um médico, escrevendo algo em sua prancheta enquanto olhava para as máquinas ao meu lado. Eu estava em um quarto de hospital, aliás, no hospital da Cida. - irá passar por alguns exames e depois poderá ter visitas. - ele checou os meus batimentos com o seu estetoscópio. - visitas? - ele sorriu pra mim acabando de me examinar. - isso, sua namorada deu entrada no mesmo dia em que você pra cá, passou por

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