Capitulo 12 — Bebê chegando...

2126 Palavras
Edward and Bella  — Predestined love  Estou naquele estagio aonde praticamente não consigo andar sem ter alguém me ajudando, por estar enorme, então,  praticamente estou perto de ter o bebê. Acabei precisando ainda mais repouso desde do dia que quase cai no banheiro e meus familiares ficaram super preocupados e tem feito vigilância acirrada, — Tenho sido cuidada principalmente pela mãe e sogra, além do marido extremamente preocupado. Apesar de ser uma mulher muito ativa, tenho ouvido os conselhos da minha cunhada para aproveitar este momento para descansar, pois, quando o bebê chegassem seria milagre se pudesse dormir tranquilamente. 9 meses  Edward aproveitou seu dia de folga comigo e estamos sentados vendo televisão, algo muito raro, já que somos um casal muito ativo, senti a mão do meu marido em cima da minha barriga de forma possessiva "Ele elevou a sua possessão para o nosso bebe" ser assim não é algo chegado ao extremo, esse é seu jeito de mostrar que somos deles, além de ter se tornado ainda mais super cuidadoso e preocupada quando se trata de mim.  Estava apreciando seus carinho no meu cabelo e na barriga, sentido-me a mulher para sortuda do mundo, quando do nada ficou impossível não faz careta com a ponta de dor que sentir. —Amor! Está tudo bem? — Pergunta preocupado quando contorci de dor. —Sim, apenas começou umas pontas na barriga — Foi difícil conter o gemido de dor e ele se levou comigo. —Calma, respira...— Edward começou a respirar comigo quando senti uma água descendo pela minhas pernas. —Edward, vai nascer — Disse vendo que a bolsa estourou. —Meu deus, vai nascer! Tudo bem respira, vamos para o hospital agora — Fala todo agitada e até daria risada se não estivesse desconfortável. —Bella, já voltou — Tentou me sentar mas neguei segurando no sofá, tentando respirar e continuo — Preciso me trocar... — Peço e sou levada por ele em seus braços e não tem demostração de amor maior que esse, por estar num estagio aonde estou mais pesada que um elefante. Edward subiu que nem um furação no correndo do nosso quarto e deixou-me no banheiro para ir até o quarto do bebe para pegar as bolsas que deixamos prontas, segurei na pia e fui sentando no vaso que estava com a tampa abaixada, suspirei quando uma ponta veio e segurei na barriga. —Calma, filha! Logo estaremos juntos — Falei suavemente passando a mão nos locais da barriga e pelo jeito foi ficando mais calmo. Edward entrou trazendo uma roupa mais confortável que tinha separado e enquanto tomava banho, aproveitando que as contrações aliviaram um pouco e ele logo ligou desesperado para seu pai. * Oi filho, tudo bem?* *Pai, minha filha vai nascer! Peça uma maca pois, estaremos a caminho* Terminei com a ajuda do meu marido até para vestir, sentou-me na cama descende com nossas coisas, enquanto segurava com força na cama, estremecendo quando sentia que a dor viria — Edward voltou e fomos descendo as escadas com seu jeito todo cuidadoso, assim que encostei no sofá a campainha tocou e olhei aliviada por ser minha mãe que vendo o olhar desesperado de Edward e meu grito levando a mão a barriga, entendeu o que acontecia. — Tentei ligar, mas o celular de Bella, mas não estava disponível e... — Ainda bem que veio minha sogra! Você dirige para o hospital — Aumentou sua voz agitado e logo minha mãe veio pegando as nossas bolsas, passando pela porta.  Meu marido veio agarrando-me com força para levar para fora da nossa casa e tentava não fazer tanto barulho para não assusta-lo mas estava sendo difícil não gemer de dor quando a contração vinha — Rapidamente entramos no carro da minha mãe prontos para irmos ao hospital, pois, meu bebê tinha pressa para nascer. Observei minha mãe que parecia motorista de fuga pela forma como dirigia.  — Lembrei-se, amor! Respire! — Tentei fazer como as sessões mostrava para aliviar, mais não estava fazendo efeito e deu um grito e outro veio de Edward. No desespero da dor, acabei apertando com toda muito forte a mão do meu marido que segurava a minha. —Caramba mulher! Você é forte — Então antes de responder veio outra pontada e gritei angustiada. —Sogra, não querendo te apressa, mas preciso fazer isso, pois, desejo ficar com minhas mãos para pegar minha filha, quando ela nascer. Minha mãe balançou a cabeça e fiz um curva, fazendo senti a dor até no dedo no tanto que freei no pé — Quando finalmente chegamos ao hospital já estava tudo preparado, vieram colocando-me na maca, logo meu sogro veio atrás. —Liguei para sua mãe, pedi que ligasse para todos da família. —Preciso ligar pra Rosalie! Eles ainda estão no voo — Respondeu Edward ao seu pai. Rosalie e Emmett estavam voltando da lua de mel. Em pleno voo e minha filha decidiu nascer agora, algo que estava programado para ser emana que vem. Meu marido discou o número de Rosalie que logo atendeu e colocou no viva-voz. —Edward, até quem fim... —Achei que não conseguiria atender, iria esperar quando chegassem, por isso vou ser rápido! Bella entrou em trabalho de parto. —Oh! Meu deus, minha afilhada vai nascer — Gritou eufórica. —EMMETT — Quase ficamos surdo com o grito dela ainda mais estando no viva-voz. —Nossa princesinha vai nascer, mande apressarem esse avião! Quero ver o bebê — Continua gritando e depois resmungou bastante, ficando barulho e confusão. —Rosalie, estamos no hospital da minha família, tente chegar quando puder. Depois desligou e os minutos pareciam não passar, esperei deixarem entrar na sala de parto e tive que soltar a mão do meu marido para que fosse se vestir e vejo a família inteira na sala de espera pelo vidro. Alice roía a unha com Jasper sentando ao seu lado segurando no ombro dela, minha sogra batendo os pés no chão ao e ao seu lado meu sogro tentava demonstrar está tranquilo mais pela cara não estava dando certo, minha mãe andava pelos lados. Quando meu pai entrou vestindo o mesmo tipo de roupa de Edward, olhei para ele e o mesmo percebeu minha supresa. —Não achou mesmo que iria ficar de fora do nascimento da minha neta. Foi impossível não chorar vendo os homens da minha vida estando ao meu lado — Meu marido companheiro, meu pai e meu sogro que faria meu parto, estar com os avós da nossa filha, tendo nossa família atras do vidro mando vibrações, esperando nossa menina nascer. —Podem levar a maca — Falou meu sogro e fui arrastada para a sala ao lado e vejo todos da família pegando minha mão desejando sorte e que tudo desse certo "rezava para isso acontecer" Entramos com Edward ficando de um lado e meu pai no outro, passando suas forças para mim — Foram muitas horas, não sabia parecia uma eternidade... quando fui autorizada para empurrar neste momento a dor foi ensurdecedora, respirava para pegar folego com meu marido tendo me acalmar com meu pai limpando meu rosto suado. —Amor, você consegue! —NÃO É TÃO FÁCIL ASSIM...AHHHH! — Gritei histérica segurando as mãos deles com força para ajudar no impulso e nunca rangi tanto meus dentes como agora. —Nãoo...! Estou sem força — Reclamei sentido um pano molhado no rosto e um beijo na minha mão. —Encontre sua força! Vamos...Bella, já consigo ver minha neta — O que disse foi incentivo suficiente para fazer ainda mais força no meio dos gritos. No meu último momento de esforço e grito que encontrei dentro de mim, foi quando ouvimos um choro alto e desesperado, sorri radiante sem conseguir conter minhas lágrimas de caírem de emoção e alivio — Ofeguei chorando sem parar, meu pai tentava conter as minhas lagrimas sem deixar de cair as suas próprias.  —Se quiser, pode pegar sua neta — Falou meu sogro e meu pai se aproximou pegando nossa pequena em seus braços que chorava.   A cena era de pura alegria, depois meu sogro veio trazendo nossa filha para colocar nos braços do seu filho e sorri vendo meu marido sem consegui conter o brilho de realização por finalmente te-la em seus braços protetores, se virou para mim sorrindo torto para se aproximar. —Vai para a mamãe! — Falou colocando nossa filha em meus braços e meu mundo agora estava perfeito com minha princesinha nos meus braços. Edward demostrava o quanto estava realizado e estupefato.  —Ela é perfeita — Digo com a voz rouca por contas dos gritos e Edward veio beijando meus cabelos assim como os da nossa filha que ainda tinha poucos. —Bem-vinda a família, filha! — Edward não conseguiu deixar de mostrar seus olhos que brilhavam por conta das lagrimas e aproximei meu rosto dele. —Nos amamos você — Murmuro e ele sorrio beijando minha boca seca. —E eu...amo minhas garotas — Respondeu e ficamos nessa bolha com nossa pequena família que tanto pedi a Deus. Meu pai se aproximou e sorri quando veio pegando na pequena mãozinha dela. —Querida! Estou muito feliz pela sua força em trazer nossa princesinha a este mundo — Comentou e chorei quando veio beijando minha testa e depois a da minha filha. —Não imagina o quanto te-lo comigo fez toda a diferença, papai... — Sorrimos olhando nossa pequena, quando meu sogro se aproximou tão emocionado quando nos estávamos. —Você foi perfeita, minha nora! — Falou sorrindo. —Não teria conseguido sem seu incetivo! — Olhei para meu sogro lembrando de quando conversei com meu marido sobre desejar que o avó paterno da nossa garotinha fizesse meu parto. —Fiz a melhor escolha do mundo em querer o avó da nossa princesa para ajudar no seu nascimento — Ele ficou sem palavras por um momento e depois sorrio vindo beijar a cabeça de nos duas. —Precisamos levar o bebê... — Falou a enfermeira e fiquei tensa. —Não se preocupe, estarei com ela! Aproveite para descansar — Concordei com meu sogro balançando a cabeça, pois, estava muito cansada. —Estarei aqui com você, filha...sempre — Meu pai fez carinho na minha cabeça e apaguei sem muito esforço por estar esgotada. EDWARD CULLEN Fiquei junto com meu sogro, velando o sono de Bella e alguns minutos depois recebi mensagem do meu pai de que a levariam para a maternidade. —Vai ver sua filha! Ficarei olhando a minha — Falou meu sogro e sorri agradecendo, dei um beijo suave no rosto da minha esposa e sai indo onde meu pai estava e encontrei com nossa família no corredor e se viram em minha direção, Rosalie e Emmett estavam encostados na parede parecendo que tinha corrido para chegar aqui. —Então? — Pergunta Rosalie ofegante, levantei a cabeça dando um mais brilhantes e orgulhosos sorrisos do mundo. —Ela nasceu — Sorri e vejo todos relaxarem para comemorarmos, se aproximaram parabenizando pela felicidade. —Podemos ir ver nossa afilhada? — Perguntou meu irmão empolgado. —Sim, ela está na ala de maternidade! Meu pai está com ela. —Como está minha filha? — Perguntou minha sogra. —Muito bem, vai ser levada para o quarto e meu sogro está com ela... A família inteira me seguiram para a maternidade e entrei no corredor que indicava a ala de maternidade e fomos direcionados para as salas onde os bebês ficam atrás de uma parede se vidro — Observei os diversos bebes, procurando a minha. —Ali... — Rosalie apontou para meu pai que estava todo vestido se aproximando de pacotinho cor de rosa que se remexia inquieta. —Ela é tão linda...! — Alice deu uma fungada e encostou a cabeça no ombro de Jasper que logo ofereceu lenço. —Sim, idêntica a minha esposa! — Comentários de concordância foram ouvidos. Não sabiam por quanto tempo ficaram assim, apenas vendo nosso anjinho que não parava de remexer, minha mãe se afastou do vidro mandando um beijo para meu pai que estava no outro lado mostrando todo bobo a netinha — Fui abraçado pela minha mãe, sem deixar de olhar minha filha pelo vidro. —Ela é perfeita, filho. —Ela é mãe! Sua netinha — Respondi e ela sorriu radiante sem deixar nosso abraço amoroso. Ficaram olhando os vários berçários e sabendo que nossa pequena estava meio deles, a nova integrante da família Cullen, minha garotinha tão esperada por todos, sendo o centro dos meus pensamentos e dos da minha esposa que a cada momento da gravidez a amavam com todo o amor do seu ser, sempre pegava minha esposa conversando com nossa princesinha.  —Bem-vinda, minha neta! Mary Annie Cullen.
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