Roman Ostrov Eu a peguei pelo braço com força, o suficiente para garantir que ela soubesse que eu não estava brincando. A raiva fervia em minhas veias, e cada fibra do meu ser exigia controle. Mas o controle estava longe de ser o que eu sentia naquele momento. Enquanto a arrastava pelo corredor em direção ao quarto, as palavras saíam como veneno. — Eu disse que você estava vestida para m***r, doçura — falei, com uma calma assustadora. — Mas o verdadeiro assassino aqui sou eu. Empurrei a porta do quarto com o ombro e a joguei contra a parede. Me aproximei dela lentamente, o olhar cravado em seus olhos. — Sabe quantas maneiras eu conheço de m***r alguém, Donatella? — murmurei, aproximando o rosto do dela, quase encostando. — Centenas. Cada uma delas mais eficaz que a outra. E, ainda ass

