CAPÍTULO VINTE E TRÊS

1592 Palavras

CAPÍTULO VINTE E TRÊS Irrien amava a beleza da violência. Ele podia apreciá-la da mesma maneira que outro homem poderia ter apreciado as linhas de uma pintura ou o fluxo de uma peça de música. Parecia que era a única coisa que conseguia aliviar a dor que ele estava a sentir. O vinho não tinha resultado. A comida não tinha resultado. A miúda que lhe tinha sido enviada estava atualmente morta, sacrificada aos deuses da morte para dar sorte, no momento em que ela o tinha irritado. A batalha, entretanto, era uma coisa de perfeição sombria. Homens inundavam as praias da ilha, pedras das catapultas choviam e sangue fluía. Irrien viu grupos de homens a formarem-se nas praias, a atacar todos eles ao mesmo tempo para que não houvesse uma maneira dos defensores poderem desejar defendê-los a todos.

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