Capítulo 26

1430 Palavras
Alhena Já se passaram quatro meses desde a guerra, muita coisa aconteceu, os Malfoy ainda estão em Paris, meus pais só Merlin sabe onde estão. Harry estava melhor do que nunca mas ele e Rony não voltariam para a escola, Hermione fez uma palestra para os dois mas não adiantou. Draco e eu voltaremos à Hogwarts, ele vai terminar seu último ano e eu vou começar o meu último, mesmo perdendo todas as aulas dos meses de guerra, Hermione me ajudou a estudar para fazer a prova e poder voltar a estudar normalmente. — Está ansiosa? — Draco me olhava enquanto eu arrumava meu baú, voltaremos amanhã para a escola. — Já estive pior, você que deveria estar ansioso. — Por que? — Esses serão os seus últimos meses na escola, já decidiu o que vai fazer quando terminar? — Sim, nós vamos viajar. — Nós? Para onde? — Segredo, se eu contar estraga. — Não deveria estar arrumando suas coisas? — Querida Alhena, tão esperta e tão tola, o lado bom de ser um bruxo, veja só. — Balançou sua varinha com calma, todas as suas roupas entraram em seu baú ele deu risada — Tcharam! — Engraçadinho! É terapêutico arrumar assim, você escolhe e pensa. — É uma perda de tempo, não sei porque insiste em fazer igual aos trouxas. — Deveria tentar. — Quero aproveitar hoje, não passar o dia dobrando roupas. — O que vai querer fazer? — Guardo algumas roupas e fecho o baú. — Não sei, podemos dar uma volta, tentar fazer algumas manobras com a vassoura, o que acha? — Eu topo! Quem chegar por último fica com a nimbus dois mil. — Ela é velha. — Então corre! — Desci as escadas correndo e sai para o jardim, mas Draco já estava segurando sua vassoura me esperando — Como fez isso? — Eu poderia ter aparatado, mas só precisei abrir a janela e pegar a vassoura. Pegue sua vassoura. — Não, obrigado. — Nada disso, pegue sua vassoura. Ficamos quase a manhã inteira praticando voo, faz muito tempo que não voamos, até mesmo eu consegui perder o medo depois de tudo o que aconteceu. — Tá bom, eu cansei. — Desço da vassoura recuperando o fôlego. — Fraquinha, como vai ser uma Malfoy assim? — Esqueceu que sou uma Virgo? — Draco gargalhou e aproximou-se com a vassoura estendendo sua mão. — Confia em mim? — Só tenho você, Draco. — Sobe, quero tentar algo. — Obedeci e segurei em sua cintura — Segura firme! — A vassoura subia lentamente, mas em poucos segundos estávamos em cima de todas as árvores. — O que está fazendo? — Segura, amor. — O tempo já estava ficando frio e meu corpo gelado, nunca estive tão alto — Está pronta? — Para o que? — Um, dois, três... — Draco desceu a vassoura em uma velocidade tão rápida que eu m*l conseguia pensar, eu queria fechar os olhos e xingá-lo, mas não conseguia fazer. Senti a adrenalina por todo meu corpo, ao contrário do meu coração que estava quase saindo pela minha boca. Ele gargalhava e gritava, não faltava muito para chegarmos ao chão. — Você é maluco — grito. — Eu não ligo. — Draco parou a vassoura rápido e caímos dela, estávamos a poucos centímetros do chão e ele continuava rindo — Isso foi incrível. — Será que eu ainda estou viva? — Apalpei meu corpo. — Para de drama, foi legal. — Virou-se para mim, ainda estávamos deitados no chão. -- Se estava tentando me matar, seria mais fácil me envenenar, Malfoy. — Jamais! — Sorriu me encarando — Vai falar que não foi legal? — Não foi. — Suspiro — Só um pouco. — Coloco minhas mãos no meu rosto para não mostrar meu sorriso. — Eu sei que gostou. — Segurou minhas mãos e tirou do meu rosto — Você fica fofa com medo. — Vai a merda Draco. — Dei risada e ele me acompanhou — É melhor entrarmos, vai chover. — Nos levantamos e voltamos para a casa, nessa época as chuvas eram horríveis aqui, mesmo o dia sendo ensolarado, sempre chovia. — Estou entediado. — Você quase nos matou e está entediado? Sério isso? — Eu não nos matei. — Sentou-se no sofá. — Mas tentou. — O abracei por trás e beijei sua cabeça — Sorte a sua que eu te amo. — Ah é? Tem um Malfoy que te quer a todo momento, deveria agradecer. — Não faz mais do que sua obrigação. — Ah Alhena, você me irrita. — Por que? — Beijo seu pescoço. — Porque você não entra no jogo. — Que jogo? — Mordo seu pescoço e ele sorri. — Não provoca. — Por que, Draquinho? — Ele ergueu sua sobrancelha e segurou minhas mãos. — Vamos brincar então. — Me puxou para o sofá e me beijou, sua mão puxava meu cabelo com força e mordia meus lábios. — Ah Draquinho, você não quer brincar. — Draco sorriu e chupou meu pescoço com força. — Esse apelido é tão chato. — Afastou-se e levantou em direção a cozinha, o acompanhei e peguei uma garrafa de água — Quer fazer o que? — Achei que estávamos fazendo algo. — Você não está afim. — Sorriu sarcástico — Ou está? — Me encarou, parecia quando nos conhecemos, o Draco que eu conheci estava voltando. — Não. — Saí da cozinha e subi para o quarto, fechei a janela porque já estava garoando lá fora. Senti suas mãos agarrarem minha cintura. — Tem certeza? — Suas mãos geladas entraram por baixo da minha blusa apertando meu corpo contra o seu, ele tirou meu cabelo do pescoço e voltou a beijá-lo me fazendo arrepiar. — Tenho. — Respirei fundo. — Estranho, seu corpo diz outra coisa. — Passou a língua lentamente por toda a extensão do meu pescoço até minha boca e sorriu. — p***a. — Me viro rapidamente e o beijo, ele me segurou em seu colo me deixando um pouco mais alta, eu puxava seu cabelo enquanto ele me mordia a cada puxada. Se jogou na cama me deixando em seu colo. Tirei minha blusa e suas mãos apertaram meus s***s. — Já te disse que você é linda? — Tiro sua camiseta. — Ainda não. — Desabotoei sua calça e arranhei seu abdômen devagar o fazendo arrepiar. — s*******m isso. — Me virou, ficando por cima e tirou minha calça — Se soubesse como estou, não provocaria tanto. — Tirou sua calça e deitou-se me beijando novamente. — E como você está? — Draco apertou sua i********e contra a minha, me fazendo sentir seu m****o. Suas mãos percorriam todo meu corpo e pararam em cima da minha calcinha, ele a levantou devagar e colocou sua mão dentro, aos poucos começou a fazer movimentos circulares me fazendo gemer baixo, sua boca estava em meu seio e ele os chupava forte — p***a Draco. — Quero você só pra mim. — Acelerou os movimentos e fechei as pernas apertando sua mão — Vem. — Tiro sua cueca e ele me penetrou devagar e começou com movimentos lentos. (...) Acordamos e ainda estava escuro lá fora, mas precisávamos estar na estação às nove horas, mesmo sendo um pouco mais tarde, precisávamos fazer muitas coisas e hoje estaria tudo lotado para irmos até Londres. Tomei um banho e coloquei uma roupa quente, lá fora ainda estava chovendo, essa época era horrível, desci e preparei o café da manhã em pouco tempo Draco desceu fechando o seu casaco. — Bom dia. — Me deu um selinho e sentou. — Bom dia. — Sorri pegando uma fatia de bolo. — É de chocolate? — perguntou. — É sim, come. — Tomamos o café da manhã com calma e vimos o dia clarear lá fora — Eu vou fechar tudo lá em cima, tá bom? — Uhum, eu limpo aqui e fecho. — Subo as escadas e desço as duas malas do quarto, nada que magia não faça. Fechei todas as cortinas dos cômodos de cima e tranquei as portas, afinal de contas a casa estaria vazia. Peguei meu dinheiro e coloquei em minha bolsa, foi uma confusão conseguir fazer a retirada, precisei provar quem eu era por duas vezes, fala sério. Desci as escadas e Draco estava trancando a biblioteca, a cozinha já estava totalmente escura, ele subiu as escadas e desceu um tempo depois, estava procurando minhas luvas mas não encontrei. — Podemos ir? — Sim, Draco. — Hogwarts que nos aguarde. — Sorriu malicioso. (...)
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