De manhã m*al consigo abrir os olhos. O irritante despertador continua tocando. Tentei o meu melhor para encontrar o telefone e silenciá-lo. — Que dia*bos... Xingo e jogo o travesseiro no chão. Mas não encontro o meu telefone lá. E só então volto meu olhar para a mesa. Bem, claro, eu me conheço muito bem e coloquei o telefone deliberadamente longe para não dormir demais e chegar na hora marcada no endereço indicado. Porque posso desligar o despertador e dormir até o almoço. Amaldiçoando em voz alta, saio da cama. O clima é tal que quero matar todo mundo. Não estou acostumada a acordar tão cedo e não gosto disso. Mas as palavras estão bem gravadas na minha memória: “melhor às quatro e meia, sabendo do seu amor pela pontualidade”. Eu me lembro disso especificamente para ficar com raiva. E

