— Amor, onde estão as minhas abotoaduras! Damião grita do corredor. — Elas estão no armário, numa prateleira. Respondo, indo para o closet. O estojo com abotoaduras está na prateleira ao lado da saída. Ele provavelmente sabe. Mas foi distraído por um telefonema. Pego a mala e vou em busca de Damião. Ele está no seu escritório, xin*gando ao telefone. Não quero ir embora, ele está tão atraente agora de terno e camisa branca como a neve. Um pouco estranho, pelo menos não muito parecido com o Damião que me fo*deu a noite toda até eu ficar exausto e adormecer. Eu nem me lembrava de como ele me limpou com uma toalha. Agora dói entre as minhas pernas, parece que uma estaca foi cravada ali e ficou ali. Bem dói, mas é até agradável. É especialmente agradável relembrar os momentos mais quentes.

