Ariana Naquela noite, Damião e eu não conversamos muito. Ou melhor, ele quase não conversou muito. Ele me tirou da cama, chorando, e disse com voz estranha: agora alguém vai fazer algo desagradável. Ele me jogou por cima do ombro e carregou-me escada abaixo, para a sala de estar. Ele me jogou no sofá, tirou o cinto da calça jeans e deu vários tapas na minha bu*nda. Não dói, mas é perceptível. — Você saberá o que acontece, se me fazer pegar a estrada à noite. Ele amarrou os meus braços no alto da minha cabeça com um cinto e nem tirou a minha calcinha. E ele não colocou camisinha, só g*ozou nas minhas costas. A pausa foi puramente simbólica. Tentei contar os orga*smos, mas perdi a conta. O meu, o dele, estava tudo misturado. Fo*demos como animais, apenas mais profundamente, apenas mai

