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1875 Palavras

DIMITRI NARRANDO Quando cheguei em casa e abri a porta, vi Elena parada na porta do quarto e aquilo fez meu coração palpitar. Ela finalmente havia chegado. Eu fui correndo até ela, meio que de forma instintiva, e a tomei em um abraço apertado. — Cuidado, senhor Dimitri! Ela ainda está machucada! — A empregada me repreendeu e eu acabei rindo e soltando Elena. — Desculpa, linda. É que eu senti sua falta. — Falei. Naquele momento, eu vi uma mala feita na porta do quarto. Aquilo atingiu meu coração como uma faca. Elena vai embora? Eu sabia que ela iria... E se eu fosse ela, iria embora também. Coloquei as duas mãos em meus bolsos e olhei pra baixo. A empregada se aproximou e pegou a mala, e então, olhou para Elena. — Onde devo colocar? — Perguntou. — No quarto, por favor. Depois eu ajei

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