Giulia Narrando Os meses não estão passando... estão voando. Desde que voltei do Brasil, minha mente não para de revisitar aqueles dias no Morro do Tuiuti. Aquele lugar é um contraste perfeito: duro, mas com um coração pulsante. Passei duas semanas ao lado de Hanna, minha filha, conhecendo as pessoas que a acolheram, minha filha e cuidaram como se fosse a família dela. Eles cuidaram dela como eu nunca pude enquanto estive longe. Sou eternamente grata. De volta à Itália, fui direto para outro treinamento. Vinte e cinco anos fora não são fáceis de apagar. Algumas coisas ficaram gravadas em mim, como o instinto de sobrevivência, mas outras... bem, precisaram ser ajustadas. Esse último ano foi intenso, um treinamento pesado, quase desumano. Mas eu sabia que era necessário. O mundo mudou enq

