Caminhos Perigosos e a Teia do Passado

1816 Palavras

A manhã amanheceu pesada, como se o próprio céu pressentisse que algo estava prestes a desmoronar. Leonardo olhava pela janela do apartamento, os olhos fixos no horizonte da cidade que ele conhecia tão bem, mas que agora parecia diferente. Era como se cada prédio, cada rua, escondesse uma armadilha. Renata se aproximou, ainda com a xícara de café entre as mãos. Seus olhos buscaram os de Leonardo, tentando entender o que se passava em sua mente. — Não conseguiu dormir? — ela perguntou, sua voz baixa, suave, mas cheia de preocupação. Ele balançou a cabeça, sem tirar os olhos da paisagem. — Não. Fiquei pensando em tudo. No que vamos fazer. No que pode dar errado. Renata se aproximou mais e encostou a mão no ombro dele. — Nós vamos conseguir. Marco sabe o que está fazendo. E agora temos

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