Armadilhas Silenciosas e rostos por Trás das Máscaras

1837 Palavras

A chuva caía fina, como se o céu estivesse chorando silenciosamente pelos segredos que estavam prestes a emergir. A cidade parecia mais sombria naquela noite. E dentro do apartamento de Leonardo, o clima era ainda mais denso. Renata caminhava de um lado para o outro na sala, as mãos geladas, o corpo inquieto. A mensagem anônima que havia recebido horas antes não saía de sua cabeça. Aquela ameaça sutil, quase sussurrada, tinha deixado uma marca profunda. Leonardo a observava em silêncio. Sentado no sofá, segurava o celular com firmeza, revendo cada trecho da mensagem, cada palavra envenenada. — Isso foi pessoal — disse ele finalmente, com a voz grave. — Eles sabem que você é meu ponto fraco. Renata parou e o encarou. — Eu sou um alvo agora, não sou? — Sempre foi. Desde o momento em qu

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