Frustração era a palavra de ordem naquele dia, e cada minuto parecia arrastar-se como uma eternidade. A manhã começara com a promessa de uma corrida contra o tempo, uma batalha para chegar ao trabalho antes que o relógio marcasse um horário inaceitável. No entanto, o destino tinha outros planos, brincando cruelmente com o conceito de pontualidade. O ônibus, que deveria ser o meio de transporte confiável para nos levar ao nosso destino, decidiu subitamente que aquele seria o momento perfeito para uma pausa não programada. Enquanto esperávamos impacientemente dentro do coletivo, o motorista lidava com a mecânica, tentando resolver o problema o mais rápido possível. O calor dentro do ônibus parecia amplificar a sensação de desconforto e agitação, enquanto os passageiros trocavam olhar

