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1176 Palavras

Marcel Lorena ainda iria me matar, tinha certeza disso. Só precisou ela me dizer que havia acabado de sair do banho, para ressuscitar meu p*u. Diminuo a velocidade do carro ao avistar Lorena no ponto de ônibus, uma figura familiar em meio à multidão cotidiana. Paro o veículo em sua frente, observando-a com uma sensação de alívio enquanto ela se aproxima. Assim que entra, sinto uma onda de tranquilidade me invadir. Ela não hesita em colocar o cinto de segurança assim que se acomoda no banco do carona, sua expressão iluminada por um sorriso genuíno que parece contagiar o ambiente. Apenas o fato de tê-la ali ao meu lado já é o suficiente para tornar o momento mais leve e reconfortante. ~ Para onde vamos? ~ Ela pergunta, mantendo o sorriso. Ergo as sobrancelhas surpreso. ~ Você

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