Lorena Encostada no carro, cercada pela escuridão da noite, esperava impacientemente por Marcel. O vento frio soprava, fazendo-me estremecer ligeiramente. A fome começava a incomodar, e a ideia de ir embora sem Marcel começava a parecer tentadora. No entanto, uma sensação de dever me impedia de simplesmente partir. Tinha que esperar por ele, tinha que descobrir o que estava acontecendo. Assim, apesar do desconforto crescente, decidi ficar mais um pouco, na esperança de que Marcel aparecesse em breve. Ao notar o silêncio que dominava a rua e as poucas pessoas ao redor, um sentimento de inquietação começou a crescer dentro de mim. Não conhecendo o lugar e temendo pela minha segurança, tomei a decisão de me dirigir ao ponto de ônibus, local mais movimentado e seguro. Poucos minut

