Terminei de arrumar o cabelo e me encarei no espelho, suspirando. Estava vestida com um vestido dourado e longo, de mangas finas. Meu cabelo, como sempre, estava volumoso, porém apresentável. Estava calçando o salto quando alguém bateu na porta. Me olhei mais uma vez no espelho e fui atender. Eu já sabia quem era. Havia combinado com ele de irmos juntos no meu carro até a casa do meu pai. Abri a porta e o encarei, vestido de terno preto e gravata. Por um momento, tudo que eu pude fazer foi fitar ele. Fazia algum tempo que não o via de terno e tinha me esquecido do quanto era excitante e do quanto tive que me segurar todas às vezes que ele se vestiu assim enquanto morava em sua casa. A vantagem agora era que eu não precisava me segurar mais. Eu podia ter ele todinho para mim. Ele deu

