As lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto quando eu já estava longe de casa. Não fazia ideia para onde ir. A culpa e a magoa estavam me consumindo depois que a raiva resolveu ir embora. Eu tinha mesmo ido embora daquele jeito? Eu tinha mesmo falado aquelas coisas para o meu pai? Argh! Comecei a socar o volante com raiva, frustrada e magoada. Eu não deveria ter falado aquelas coisas para ele e não deveria ter saído daquele jeito. Ele era meu pai, droga! E se eu o tivesse magoado? Pensei em dar a volta e voltar para casa naquele mesmo instante, mas eu não o fiz. Não fiz porque não havia sido só eu que tinha dito coisas ruins, e eu não era a culpada sozinha. Ele havia me chamado de imatura e dito que eu não dava conta de mim. Pois então eu iria provar que ele estava errado. Peguei meu

