Asa machucada.

1435 Palavras

Dário Castillo. O comboio de carros se aproxima do meu prédio; vejo de longe o edifício onde resido. Sinto todo o prazer de chegar em casa minguando e ainda nem pisei no apartamento. Alejandro faz um desvio com o veículo e Arvim esbarra em meu ombro. Tranco os dentes devido à dor. A peste teve a audácia de jogar a mistura de água com produtos de limpeza em cima de mim. Por muito pouco o líquido não atingiu os meus olhos. Enxerguei tudo vermelho e segui no rastro da infeliz. A sorte dela foi o tombo que levei no corredor. O resultado disso foi o deslocamento e a tipoia que terei de usar por alguns dias. Foi um inferno ter que retirar as roupas molhadas, sentindo uma dor lancinante. Quis arrebentar a porta do quarto da garota e mostrar para a fedelha como realmente se machuca alguém. D

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