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1089 Palavras

MT narrando Porra… abri meu coração pra ela ali no carro, falei tudo que tava entalado, e é isso aí… não vou ficar implorando não. Já tô nessa de implorar desde que tudo aconteceu, e, sinceramente, não tem como, mano. Se ela não sente mais nada por mim, eu não tenho como ficar forçando nada. Deixei ela quieta, pensando. Eu também precisava pensar. Mas dentro de mim, aquela sensação de ter me aberto mais uma vez… já não sabia se tinha sido certo ou burrice. Tava subindo o morro, na minha, quando vejo a mãe da Milena na rua. c*****o… minha vista escureceu na hora. Pisei no freio, parei o carro atravessado e desci já no modo cão, sangue fervendo. — Cadê tua filha? — mandei seco, andando na direção dela. Ela ficou com aquela cara de sonsa. — Ah… — Ah o c*****o, p***a! Cadê aquela p*****

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