Caio Narrando Mano… eu não tava conseguindo mais ficar dentro de casa. Cada canto que eu olhava era ela. Cada p***a de parede, cada canto daquele quarto… era ela. O cheiro. A roupa dela que ainda ficou esquecida. A fronha da cama. O perfume na toalha do banheiro. Era sufoco. Então eu metia o pé. Passava o dia na rua, na boca, na laje… fumando, bebendo, tentando calar essa merda de mente que não para um segundo. Mas de noite… a noite mata. Porque não tem mais nada pra te distrair. Só tu e teus demônios. Era quase uma da manhã quando eu subi. Já não aguentava mais ficar ali na boca, só os parceiro falando merda, as p**a dando mole, e eu com a cabeça só nela. Subi devagar, degrau por degrau, como se minhas pernas pesassem tonelada. Cada passo que eu dava, eu lembrava de como

