Assim que Frederick chegou até o seu quarto com Fernanda em seu colo, fechou a porta atrás de si. O sorriso dançava em seus lábios, mesmo que não fosse da forma que ele deseja, ao menos Fernanda estava em seu quarto e isso já era um bom avanço, para quem passou anos sem sentir o cheiro dela. Por medo, é claro, Fernanda temia raios e trovões e ele sabia bem desse temor dela, contudo não podia deixar de se sentir um puto de um sortudo por tê-la ali, até a natureza estava cooperando, e naquele momento ele passou a acreditar novamente em Deus, porque até o momento, era cético, mas disse consigo mesmo que se Deus existisse Ele lhe daria uma segunda chance com a mulher que amava. Em uma Ilha ao qual o sol se fez presente o dia todo, e inesperadamente a noite uma chuva carregada de trovões, er

