Alguns minutos depois a porta se abre e eu viro para o lado. — Desculpe, só vou pegar algumas roupas. Gabriel entra. Eu finjo que estou dormindo, mas meu nariz entupido me denuncia. — Você está ficando doente? Eu posso sentir ele se aproximando. — Estou bem. A minha voz sai rouca. — O que está acontecendo? Ele pergunta. Oh Deus, eu não quero que ele me veja chorar. Limpo o rosto. — Nada, é só alergia. Eu tento esconder a minha tristeza. — Alergia? Ele questiona. — Você é alérgica ao ar ou a mim? Eu soltei uma pequena risada, só ele mesmo para me fazer rir. Eu ouço os sapatos dele fazendo barulho no chão, ele está provavelmente indo embora. Sinto a cama afundar e então sinto os seus braços ao meu redor. Eu provavelmente deveria afastá-lo, mas eu realmente preciso de alguém agora. Ele

