— Entra no carro. Ele diz com voz rouca enquanto abre a porta. Eu rapidamente me afasto dele e entro no carro. Eu preciso colocar algum espaço entre nós. Que diab*os está acontecendo comigo? Num minuto eu quero matá-lo e no outro estou com os joelhos fracos olhando para ele como uma espécie de filhote de cachorro mendigando atenção. Eu me concentro na minha respiração, preciso voltar ao normal onde eu não suporto o Gabriel. Onde eu sei o que ele faz. E eu não quero ter nenhuma ligação com ninguém que tenha negócios como o meu pai. Se eu fizesse isso, eu estaria sendo hipócrita. Ele entra no carro e eu olho pela janela para evitar olhar para ele. — Não preciso que ninguém me carregue, não sou uma garotinha. Eu disse com raiva. — Você poderia ter evitado isso se tivesse me obedecid

