Capítulo 10

1358 Palavras
Antes que ela pudesse falar uma palavra, eu deslizei a mão sob o roupão, tocando sua b****a nua. Ela engasgou, e quando ele deslizou um dedo através de sua f***a, ela gritou. -Bem, bem, bem, você tem guardado segredos de mim, Nora. Nós dois sabemos que você me quer, e adivinhe? Eu quero você e vou ter você. Seus olhares estavam me excitando. Tirando a outra mão da cabeça dela, eu puxei o cinto do roupão, mas ela me deteve, segurando minhas mãos. Ela não sentiu aquela eletricidade? Aquele pulso que saltou entre nós! Eu sentia isso, e sentia desde que a conheci. Ela atraiu meu olhar, não importa onde ela fosse. As mulheres ao longo dos anos foram apenas distrações. Eu tentei esquecer a atração de Nora, a necessidade que constantemente me enchia quando olhava em sua direção. Nada funcionou e agora eu finalmente a teria. -Eu não gosto de você.-Ela disse com os dentes cerrados. -Mas você quer f***r comigo. Admita, você quer ter meu belo p*u grande e quer aproveitar essa frustração sobre mim. Tirando a mão do cinto, eu agarrei a nuca dela e bati os lábios nos dela. Era como se eu estivesse me afogando, sendo consumido por tudo. No momento em que os meus lábios tocaram os dela, tudo começou a desaparecer, e tudo o que restou foi nós dois. -É isso que eu quero, e nunca se sabe, você pode achar divertido trabalhar para mim. As mãos dela passaram do cinto para a jaqueta, agarrando meus ombros. Ela parecia dividida, querendo me afastar, mas ao mesmo tempo querendo me aproximar. Finalmente, com ela suficientemente distraída, eu rasguei o roupão e o tirei do corpo dela. Ela não usava nada, completamente nua, e f**a-se se isso me excitava ainda mais. Soltando a jaqueta, eu a deixei cair no chão. Em seguida, eu desabotoei a camisa e, finalmente, abaixei as calças até ficar nu. Ainda não tinhamos nos afastado da porta e eu não se importou com isso. Ela estava presa contra mim e a porta. Seus m*****s estavam duros e seu peito corado. O cheiro de sexo estava pesado no ar. A sua própria excitação era evidente quando a sua p**a se destacava do seu corpo, dura como uma rocha. Tomando as mãos dela nas minhas, eu comecei a andar de volta. -Ninguém no escritório pode saber disso.-Disse ela. -Não vão saber. -Ainda estou indo embora. -Eu tenho certeza que você está. -Eu não sou algum tipo de brinquedo. -Eu sei que você não é. Enquanto brincamos, você pertence a mim. Você será minha. -E você? Você vai f***r tudo que anda?-Ela perguntou. -Não. Irei até você sempre que precisar, e acredite, querida, você vai me dar isso e vai querer me dar com frequência.- Chutei uma porta e encontrei a cama dela. O espaço dela era todo em cores claras, trazendo uma sensação acolhedora e espaçosa ao apartamento dela. Eu a girei e a deixei cair na cama. Pressionando meus lábios contra os dela, eu a movi para cima da cama, incitando-a a subir mais. Agarrando seus tornozelos, eu abri suas coxas e a ouvi ofegar. A b****a dela estava tão molhada, e o que me surpreendeu ainda mais foi que ela estava nua. Nem um fio de cabelo à vista. -Olha como isso é lindo.-Enquanto eu passava os dedos sobre sua b****a, ela gemeu e eu deslizei um dedo sobre seu c******s. Eu não resisti ao sabor. Inclinando-se para frente, mantive abertos os lábios de seu sexo e passei a língua pelo centro. Tão gostoso, tão perfeito, e todo meu. Nora Eu o odeio. Ele é um ser humano horrível. Ele é mau. Ele é um babaca. Puta merda, sua boca é tão boa. Eu gritei quando ele chupou meu c******s em sua boca, passando a língua sobre o botão. Eu tinha que contar a verdade a ele e, naquele momento, eu não queria. Ele pararia se soubesse? Ele chupou o c******s dela em sua boca, usando os dentes para criar uma pontada de dor que me fez sentar na cama. -Eu poderia provar você a noite toda. Goze para mim, baby- Disse ele, acariciando o meu c******s com a língua. O único prazer que eu já conheci foi o de minhas próprias mãos, e isso... estava fora deste mundo. Não havia como eu lutar contra o prazer crescendo dentro de mim, ou negar o quão incrível era. Agarrando os lençóis sob meu corpo, eu gritei o nome dele quando gozei. Ele não parou, continuando a lamber e chupar. De repente, ele parou, passando entre as minhas pernas. -Estarei pensando em quão doce você é enquanto tento me concentrar em um caso. Você tem que parar com isso. Ele não sabe. Mordendo o lábio, eu não consegui dizer as palavras que acabariam com isso. Você quer isso mesmo que o odeie. Ele bateu os lábios nos meus e eu me esqueci de tudo. Eu esqueci o quanto ele era um i****a e como ele me deixou com tanta raiva. Eu não pensava mais em odiá-lo e, em vez disso, apenas permiti que o momento me levasse embora, para finalmente sentir. Passando as mãos pelas costas dele, eu soltei um suspiro quando ele pressionou a ponta do seu pênis em minha entrada. -Eu estive querendo fazer isso por tanto tempo. Você é muito jovem para mim, mas preciso de você. Ele deslizou seu pênis até o punho dentro de mim e eu gritei quando ele rasgou minha virgindade. Eu fiquei paralisada e Harry também, me encarando. Eu tentei conter as lágrimas, mas foi difícil. Isso machuca. Eu não pensei nem por um segundo que seria doloroso. -p***a! Você é virgem? Eu assenti com a cabeça. Eu não sabia mais o que fazer. Ele parecia muito zangado. -p***a!-Ele repetiu a palavra e eu fiquei embaixo dele. Harry não tentou se mover e permaneceu imóvel dentro de mim. -Fale-Ele disse.-Diga alguma coisa. -Eu não sei o que dizer. Ele se segurou com uma das mãos na minha cabeça e com a outra esfregou os olhos. -Ninguém nunca tentou comer você? Sem sexo, sem brincadeiras. -Não.-Eu disse, balançando a cabeça. -Não sei como isso é possível. -Você mesmo disse isso, sou gordinha e não sou exatamente bonita.- A mão que esfregava seus olhos caiu. Eu estava acostumada a ser esquecida. Isso não me incomodava mais. Palavras de ódio saíram de mim como água escorrendo por meu corpo. Eles continuaram vindo e, ainda assim, eu ignorei todos eles. Eu estava feliz com o jeito que eu era. -Eu não durmo com homens aleatórios. -Eu sou um i****a. -Não vou discordar de você, nesse ponto. Eu fechei os olhos e coloquei as mãos sobre o rosto, gemendo. -Isso foi um erro. -Não foi.- Ele agarrou as minhas mãos, afastando-as do caminho. -Isso não é um erro. -Estou pensando em deixar a empresa por sua causa e você não acha que isso seja um erro. Você é c***l comigo. -Isso vai mudar. -Por que? Você me odeia. Ele riu, e eu não pude evitar dar um tapa no peito dele. -Não se atreva a rir de mim. Não é justo e não é engraçado. -É um pouco engraçado, especialmente porque nós dois temos sentimentos diferentes agora. -Eu não sei o que diabos você quer dizer. Você poderia sair de cima de mim e ir embora para que eu possa terminar minha humilhação sozinha? Ele acariciou minha bochecha. Ele não se moveu e continuou olhando nos meus olhos. -Frank estava certo sobre você. -Como assim? -Você não é o tipo de mulher que você fode e esquece. Você é do tipo que se acomoda. -Harry, por favor. -Eu não terminei, querida. Você acha que posso simplesmente ir embora depois disso? Acabei de reivindicar algo que nunca tive o prazer de reivindicar em todos os meus quarenta e oito anos. -Isso não está acontecendo. Isso não é nada justo. -O que não é justo?-Ele perguntou. -Isso. Isso não pode acontecer. -Eu diria que você terá que repensar a última parte. Está acontecendo, quer você goste ou não, e eu não vou parar.-Ele disse, passando as mãos sob meu pescoço. 
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