CAPÍTULO 49

1678 Palavras

Júlia Dois meses depois. Lágrimas rolam pelo meu rosto, olho para o céu na esperança de poder sentir minha mãe perto de mim pelo menos. Eu a amo tanto, sinto tanto não poder tá ao lado dela nos últimos momentos de vida, lembro do abraço e do carinho da minha mãe, e choro. A morte não deveria existir, nós deveríamos ser eternos, a pessoa ir embora pra nunca mais voltar é muito c***l. Queria poder abraçar minha mãe mais uma vez, poder dizer te amo, contar que minha jornada pra dar o melhor pra ela, não foi fácil, mas eu sempre fiz tudo que esteve ao meu alcance. Queria que ela conhecesse minha filha, e que ela soubesse que eu já passei por muita coisa r**m aqui no Rio, mas que agora estou feliz com o meu amor e minha filha. Saiu dos meus devaneios com alguém me abraçando forte. Bruno: Nã

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR