Rio de Janeiro, 09 de Janeiro de 2016 às 03:10 Por Anne Rocha Sem palavras para descrever este momento. Foi mágico. A atenção e o carinho com que ele me possuiu me fizeram acreditar que tinha que ser ele. Aninhada ao seu peito, desfruto do cheiro agradável que ele exala. Por mim, ficaria ali para sempre. Mas aquele celular maldito tinha que tocar justo agora. Ele sai da banheira para atender, e eu o sigo, ainda me secando. Seu olhar endurece ao ver o número, e é notável a transformação em seu semblante. Apenas o observo. Ele murmura um "fique aqui" e sai do quarto. Visto apenas o vestido, deixando a lingerie de lado, e o sigo discretamente. Ele grita algo ao telefone, em inglês. Graças às benditas aulas de inglês que fui obrigada a frequentar, consigo entender parte da conversa. Não

