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1307 Palavras

Por Christian. Eles parecem tão reais que me pergunto se não é a minha imaginação brincando comigo. Estendo minhas mãos para tocar o bebe vestido com um macacão rosa e engulo em seco ao sentir sua pele na palma da minha mão. Pego desajeitado a bebe no colo, ela acorda e parece querer chorar, mas apenas faz um biquinho, a porta do banheiro é aberta e tomo um susto, é como se a minha mente estivesse pregando peças em mim, pois nesse exato momento Anastácia sai do banheiro enrolada em uma atoalha. Fico sem fala e me levanto com a bebe no colo. – O que você está fazendo aqui? – ela rosna e fico atordoado com a sua raiva. – Ana você não está morta... – todo o meu sofrimento foi por nada, ela está aqui na minha frente em carne e osso. – Claro que não, quem te disse isso? – Seu pai, eu pen

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