Cap. 2- Reprise do acidente.

1137 Palavras
...ೋ•❥•Felipe Ortiz ೋ❥• ... Hoje completa uma semana, estamos aqui em Dourado. O que na verdade, era para ser apenas uma aparição nossa, para chamar a atenção e sumir. Acabou se estendendo... E já estamos a uma semana aqui. - E ao que tudo indica, ainda ficaremos um tempinho por aqui. - Pois assim que chegamos aqui... nós não só chamamos a atenção deles. - Mas também, conseguimos um aliado. - Que já suspeitava do Coronel Morales. - E na união de nossas informações, com nosso aliado Sargento Tomás. - Conseguimos novas informações e pistas a seguir. - O que nos fez claramente, aumentar nosso período de estadia aqui. Como hoje é digamos nosso dia de folga, já que eu e Vitor estamos à espera de novas instruções. Decidimos sair um pouco, para espairecer... visitar alguns pontos Turísticos... relembrar do tempo que vivia aqui. - E acho que só agora me dou conta, de que já estou a muito tempo afastado de casa. Já faz tempo que moro em Doce Horizonte... E a última vez que estive aqui. - Faz cinco anos... no enterro do meu pai. Estamos distraídos no trânsito... conversando quando ao olhar rápido pelo retrovisor... vejo uma moto se aproximando, com duas pessoas em cima dela... a segunda estando claramente armada. - Ca*cete... Vitor... acelera - Precisamos sair daqui... Grito para Vitor, que me olha assustado... E apenas indico, o retrovisor. E vendo do que se trata ele logo começa a acelerar como pode, tentando podar os carros. - Tá sei que pode ser paranóia minha. - Mas quando vi, os ocupantes da moto... um frio correu pela minha espinha. - Como se claramente, soubesse que chegou a minha hora. Enquanto Vitor, acelera... retiro a arma da minha cintura. Depois de tudo que aconteceu com o Andrew, é claro que nenhum de nós agora, anda desprevenido. Todos sempre atentos e preparados para tudo, para sobreviver. - Com a arma nas mãos, confiro a munição dela... e já a deixo destrava. Enquanto Vitor, já pega a dele também, entregando para mim.... E sobre sons de buzinas e palavrões... vamos conseguindo acelerar... no trânsito que está ainda mais caótico. - Felipe... não vai demorar muito. - Eles vão nos alcançar. Vitor fala... deixando claro o inevitável, que irá acontecer dentro de pouco tempo. - Eles podem até conseguir nos alcançar. - Mas estaremos preparados. - Na primeira esquina entre, vamos sair desse trânsito. Digo mostrando a esquina na frente... que torço para chegarmos nela, antes de sermos alcançados. - Ou uma troca de tiros aqui. - Poderia colocar muitos inocentes em risco. Vitor, entendendo meu pensamento... acelera um pouco mais o carro. Só não cantávamos... com um barbeiro, dirigindo o carro na outra pista, que decide invadir a nossa pista sem aviso, e pisar no freio sem nenhum motivo. E foi inevitável... o choque entre os dois carros... que acabou ocasionando outras batidas... E o caos, estava completo... entre sons de batidas, buzinas e palavrões... - Cacete... Grito exasperado... imaginando o estrago no carro... Já retirando o cinto, para sair do carro e verificar o estrago. - Olha pelo lado positivo... nem sinal dos motoqueiros. Vitor fala, olhando pelo retrovisor... Bom ao menos por hora, é uma preocupação a menos. Penso já descendo do carro, e encarrando os olhares furiosos dos outros motoristas. - A culpa, é do outro motorista. Digo me dirigindo ao carro da frente... já que o tal barbeiro, nem se dignou a descer para ver o estrago que causou. - O Pørra... Deixo escapar um sussurro, assim que olho para dentro do carro. - Se antes estava com raiva... agora meu coração está disparado e agoniado. Dentro do carro diferente do que achei, não era um homem... mas sim uma mulher. - Que está inconsciente... caída sobre o volante. Me aproximo mais do carro... E tento abrir aporta, mas está travada... - Droga... - Chamem a ambulância... Grito ainda tentando abrir a porta, mas sem sucesso... enquanto os outros motoristas já vem se aproximando, para ver o que está acontecendo. - Felipe, use isso e quebre do lado do passageiro. Vitor, me entrega uma pedra...Enquanto mantem o olho na multidão, cuidando da nossa segurança. Claro que poderíamos pegar as nossas armas, mas isso na certa nos causaria dores de cabeça. Já que na certa, teríamos de explicar para a polícia o fato de estarmos armados e não só uma pessoa, mas sim uma multidão de testemunha. E tudo que não queremos, é chamar a atenção da polícia local, para nós. - Moça... ei moça acorda... Tento a acordar, assim que entro após quebrar o vidro. Mas nada dela reagir.. checo os sinais vitais dela.. e vejo que são quase inexistentes. - Droga... precisamos que um médico urgente. Grito, enquanto com cuidado abro a porta do motorista. - Me ajudem, precisamos tirar ela do carro. - Ou ela acabará morrendo. Falo, enquanto me ajeito para tirar ela com todo cuidado, para não causar mais danos. - Vamos deitar ela no chão. - Ela está ficando sem pulso. Dou instrução, para outros motoristas que agora me ajudam, e colocamos ela em uma sombra. Onde logo começo, a fazer massagem cardíaca nela. - Ei moça, por favor resista. Falo enquanto faço a massagem, pedindo a Deus, um milagre, e que o socorro chegue rápido. E ao mesmo tempo, me perguntando o que aconteceu com ela. - Reparo bem nos traços de seu rosto. - Tão jovem... E dizer que ela é linda... É menosprezar a beleza dela. - Ela é completamente deslumbrante. Penso comigo, enquanto continuo sem parar a massagem cardíaca. - Felipe.. deixa eu assumir. - Descansa um pouco. Troco de lugar com Vitor... e mesmo apesar do caos que está o trânsito, logo escutamos a sirene da ambulância chegando. - Ei aguenta mais um pouco. - O socorro, já está chegando... só resista. Digo ao vento... pedindo que ela resista... Sem conseguir decifrar, essa agonia em meu peito, desde que meus olhos a viram inconsciente. - Talvez o fato de vê-la, tão vulnerável. Não sei dizer, mas sei que algo nessa situação toda, mexeu comigo. - Vitor... eu vou junto, para o hospital. - Quero ter certeza, que ela ficará bem. Falo assim que os médicos chegam, assumindo os cuidados. Enquanto Vitor me encara, sem entender o que está acontecendo. - Bom não o julgo. - Na verdade, nem eu mesmo sei o que está acontecendo. - Só sei. - Que preciso ter a certeza, que ela irá ficar bem.... ...ೋ•❥• Continua ೋ❥•... Um reprise para lembrar a todos, como destino desses dois se cruzaram. Felipe sendo um anjo na vida da Melissa, desde o início... ? Espero que tenham gostado do capítulo. Beijos de boa noite do Felipe... ❤️
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