Capítulo 16

912 Palavras
Sempre que você estiver pra baixo ... E seu coração transbordar ... Eu estarei com você até o fim .Toda vez que estiver triste ... Saiba que estarei aqui ... Eu não vou te deixar . Minha vida estava voltando ao normal , o Vitor havia viajado havia 15 dias , minha Mãe realmente havia sumido, meus sentimentos continuavam confusos mas me perguntava o tempo todo como pode alguém amar dois e será que estava tudo bem em amar os dois? - Princesa ! Ouvir a voz do papai que parecia está contente . - o que houve papai? - Tenho um alguém para lhe apresentar . O papai falou com um tom de mistério , sorrir . - meu cabelo está bagunçado? - não princesa, seu cabelo ta lindo minha filha assim como você , agora vamos ! O papai estava muito animado , aquilo estava me deixando feliz pois a felicidade do papai era a minha, ele não tinha muitos amigos ou com quem está então éramos melhores amigos além de pai e filha, nossa relação de pai e filha sempre foi uma das melhores e isso me sustentou muito em minhas crises  O mesmo pegou em minha mão e fomos até a sala , a vovó também estava lá então segurei a mão dela também . - bom! Essa é a Samanta . - oi! Meu nome é Agatha . Falei esticando minha mão mesmo sem saber onde a mesma estava mas logo senti um abraço apertado e carinhoso, seu perfume era um pouco exagerado mas seus cabelos pelo toque eram macios e cacheados. - você é muito linda ! - pera! É a enfermeira Samanta ? perguntei assim que conheci a doce voz da pessoinha que cuidava de mim todas as vezes que ia fazer terapia . - sou eu sim ! A mesma falou muito alegre e então nos abraçamos mais uma vez . - agora ela não veio aqui como enfermeira , ela veio aqui como minha namorada . O papai falou abraçando nós duas , realmente ele estava feliz e eu também pois sabia e sentia que ela seria uma ótima namorada para o papai . Conversamos por alguns minutos , mas decidir deixar os dois sozinhos , chamei a vovó para sair comigo e o Juliano já que ele também havia chegado, é ele não parou de me visitar, todos os dias ia em minha casa, nunca havia faltado um dia se quer, está ao lado dele era tão bom e tão mágico que me tiravam sorrisos lindos e reais. Fomos para a lanchonete , assim que entramos sentimos o cheiro do café ezalar no lugar , era um cheiro delicioso , o lugar parecia ser simples algo do jeito que gosto . - então ? Bolo de chocolate com cobertura de morango? O juliano perguntou já sabendo que não iria recusar , sorrir como uma forma de dizer " sim" , mas em minha mente só imaginava como ele seria, seu toque é firme, suas mãos máfias, seu abraço é marcante e carinhoso, sua pele é fria e seu perfume é cheiroso e calmo assim como sua alma deixava a minha, calminha, calminha. - você sempre atencioso . - e você sempre me fazendo bem , sempre despertando o meu melhor lado . O mesmo me respondeu dando um leve beijo em minhas mãos. Depois de comer aquele delicioso bolo fomos para casa , ouvindo música e cantando feito loucos, o divertido de está ao lado dele era que podia ser eu mesma sem me preocupar com o que ele iria pensar ou algo assim, me sentia livre com ele pois ele despertava tudo que havia de bom em mim. É! O Juliano realmente me fazia despertar para o lado bom da vida , o lado onde me sentia protegida , o lado que me sentia bem . O carro parou , era a hora de descer , o Juliano decidiu descer e ir na frente pois estava me escondendo algo e eu queria muito saber o que era mas não conseguia . A vovó Elda me ajudou a descer do carro , fomos caminhando lentamente por causa da neve , era uma ótima sensação sentir os flocos de neve no rosto . Assim que entramos na casa senti algo estranho , tudo estava quieto . - papai ! Juliano ! Samanta ! Comecei a chamar mas nenhum respondia . - acho que não tem ninguém aqui . __ Vovó respondeu um pouco aflita. - mas o Juliano acabou de entrar vovó . Falei achando aquilo tudo estranho , foi quando ouvir um disparo , esse disparo foi muito alto , logo senti a vovó ficando fraca e cair no chão . - vovó! Vovó ! Quem está air ? O que fizeram com a minha vó ? Socorroooo! Alguém ajuda por favor ! Comecei a gritar desesperada enquanto abraça o corpo da vovó que estava no chão , sentia o cheiro de sangue mas  não me importava com aquilo ,  só precisava que ela ficasse bem, minha alma estava desesperada, me sentia inútil por não conseguir ajudar, não conseguir vê. Minhas lágrimas estavam rolando no rosto , a dor estava em meu peito , ali  estava gritando e toda melada de sangue , o sangue da minha vovó . - socorrooooooo ! Alguém me ajuda por favooooooor ! Gritava desesperada até ouvir uma risada conhecida, um riso que arrepiava até os ossos.
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