HUGO ANOS DEPOIS — Vamos nos atrasar se vocês dois não descerem agora! - ouvi Paolla gritar da sala e eu conseguir imaginar ela parada no meio do cômodo, com os braços cruzados e batendo o pé impaciente. — Temos um acordo, filho? - perguntei notando os olhos atentos de Giovanni nas notas de cem que eu coloquei em cima da sua mesa de cabeceira. — Mais uma - ele exigiu levantando o dedo indicador, mostrando "um". — Seu malandro, isso é quase o dobro da sua mesada, pra que você precisa de 700 euros? - quis saber indignado. — Pelo menos motivo que você precisa que eu fique de olho nos meus irmãos - ele devolveu dando de ombros — Mais uma ou eu vou contar pra minha mãe que você está tentando me subornar. Eu não sabia como reagir. Aquele pirralho estava me chantageando. — Muito bem
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