Ser Infantil Entrou No Chat.

1145 Palavras
Depois que acabamos de assistir tirei o Ligeirinho dos meus s***s dando ele para Taehyung, iria tomar banho e comer alguma coisa quando acabei de tomar banho Ligeirinho estava em cima da minha cama deitadinho, que cena mais fofa. Entrei no meu pequeno closet e me vestir sentia vergonha de me trocar na frente dele, já Taehyung na se importava, aquele sem vergonha. Para falar a verdade ele e eu nao tínhamos vergonha de nos trocar um na frente do outro. Quando estava devidamente vestida sair do closet sentando na cama acariciei a cabeça dele, o que fez ele acordar e olhar para mim seu narizinho se mexia tão fofamente que dava vontade de morder, veio para o meu colo querendo entrar no meus s***s, coloquei ele dentro da minha blusa que tinha bojo e não precisaria ficar segurando ele sair do quarto indo para cozinha, Taehyung estava assaltando a minha geladeira como sempre. — ele é muito safado. - sentou comendo o sanduíche que tinha feito. — aproveitador. — para Taehyung, ele só gosta de ficar aqui por que é quentinho pra ele e convenhamos parece uma toquinha. - tomei o sanduíche da mão dele comendo. — nossa isso tá muito bom! Você colocou o que aqui dentro? — nem é uma criminosa né, você nunca vai saber o meu segredo. - pegou de volta. — nossa falou o cidadão de bem que nunca assaltou uma geladeira antes, faz um pra mim também. - fiz uma cara fofa. — por favorzinho. — tá sua chata. [...] Coloquei Tae para lavar os pratos e colocar a roupa na lava e seca enquanto eu arrumava a casa com o Ligeirinho ainda nos meus s***s, era incrível que ele conseguia dormir enquanto eu me mexia sem parar. Acho que ele tem a consciência de que eu não vou fazer m*l a ele. Comecei a cantar bem baixinho a música brilha linda flor do filme Enrolados, gostava muito de cantar as músicas dos desenhos. — teu poder venceu cura o que se feriu, salva o que se perdeu trás de volta já o que uma vez foi meu. Uma vez foi meu. - sentir Ligierinho se aconchegar mais em mim. — meu José Berreza. - acariciei a sua bochecha. — você mima muito ele, sabia disso. - Tae entrou na sala segurando o cesto. — ele vai ficar mau acostumado. — nada haver, eu só gosto muito dele nada demais. - juntei o lixo com a pá. — ele é o meu bebê. — ok, se você não mima ele eu sou a pantera cor de rosa. - entrou no meu quarto andando igual a pantera cor de rosa. Idiota. Rir levando o lixo para a lixeira fui para área da lavanderia pegar alguns produtos de limpeza para passar o mop, derrubei sem querer o desinfetante fazendo o Ligeirinho acordar assustado. — me desculpe meu amor, a mamãe derrubou sem querer eu não queria te acordar. - acariciei os seus pêlos. - desculpa meu neném. Você me desculpa meu amor? — sabe que está falando com um animal né? Você precisa de hospital psiquiátrico. - deixou o cesto no canto. — sou louca mesmo, pelo menos eu peço desculpas e tem gente que machucar os animais as vezes sem querer e não pede desculpas, eles também precisam de respeito e consideração. - sair levando o meu balde com o mop. — desculpe se te ofendir não foi a minha intenção, eu estava só brincando me desculpe Blue. - me abraçou por trás. — eu sei que você estava brincando Tae não se preocupe. - beijei a sua bochecha. — sabe que eu te amo né? — eu te amo mais, eu te amo igual a filho do Tony Stark. - me abraçou de lado por causa do Ligeirinho. — eu passo o mop e você arruma os sofás, Ligeirinho pode cair enquanto você passa. — não, não precisa ele nunca caiu. — Blue Mary Thompson vai logo arrumar os sofás. - tomou o objeto da minha mão. — aish, seu chato. [...] Jeon Jungkook. On Kookie hoje não poderia ficar mais feliz ele ficou o dia inteirinho nos s***s da moça Blue, quando eles acabaram de arrumar a casa o moço Tae começou a cantar a música do filme Frozen. — me diz querida, é o jeito tosco dele andar? Seu tronco de falar? Ou formato meu estranho dos seus pés? - ela o acompanhou. Era sempre assim divertido Kookie amava isso e não queria ir embora de jeito nenhum, queria que a omma dele estivesse aqui para poder ficar feliz também, o moço Tae começou a cantar a parte dos espíritos da floresta do Frozen dois a moça Blue cantou a parte da Elsa. A voz dela era mágica e junto com a dele  formavam um espetáculo. — minha intuição, minha intuição... - a voz dela não tinha um erro. Kookie ficava admirado. Ele queria se transformar em humano só para cantar junto com eles mas ele ainda tinha um pouco de receio, a mente do Kookie ficava pensando que se eles soubessem o que ele realmente era, se eles levariam o Kookie para aquele laboratório do m*l. Ele tem várias cicatrizes de agulhas Kookie não gosta de agulhas, mas a moça Blue quando falava com o médico no idioma do dele ela sempre pedia para ele ir devagar sem machucar, o médico sempre fazia como ela pedia e não doía tanto. Agora o Kookie conseguir entender a moça Blue ela passou a falar no idioma dele, ele ficou muito feliz por isso. — Blue eu quero dançar e cantar a música da Bela e a fera, vamos por favor. Faz muito tempo que não fazemos isso. - o moço Tae juntou as mãos. — temos que tomar cuidado com o Ligeirinho. - o moço Tae acenou que sim dizendo ok. Ligeirinho, por que será que eles chamavam o Kookie assim? Kookie ficou um pouco tonto com os rodopios mais não era nada demais quando o moço Tae a inclinou, o Kookie quase caiu mas a moça Blue o segurou, eles dois riram. Ele também riu por que tinha sido uma cena muito engraçada, o moço Tae se jogou no chão depois que acabou a moça Blue sentou no sofá com cuidado. — o meu amor você deve está todo molhado de suor, vem cá. - o tirou de la — que maldade, todo molhado. Tae vai no quarto e pega um pano pra mim. O moço Tae voltou com o pano e a moça Blue secou ele com muito cuidado, ele gostava do jeito que ela o tratava. Ela perguntou ao Kookie se ele queria comer e o Kookie pulou como resposta, ela sorriu meiga beijando a cabeça dele. — também quero beijinhos assim. - a moça Blue o beijou da mesma forma. — agora sim.
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