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675 Palavras

Naquele instante ouvi um pigarrear e um bom dia. Não sabia onde enfiar a cara, acho que fiquei tão envergonhada por aquela falta de educação que ao invés de ficar vermelha, a cor fugiu da minha face. Virei-me. — Bom dia. — respondi ao homem loiro que sorria, provavelmente divertido com a cena. — Pietro Theodore. — esticou a mão, o cumprimentei tentando manter a calma que me fugia segundo a segundo. — Débora Albuquerque. — Pietro. — chamou-o com a voz falhando, então limpou a garganta antes de prosseguir — Pode.... nos dar licença um instante? — Claro, continuamos depois. — tentou segurar o sorriso e saiu. Théo estava com o envelope aberto, olhando-o com uma expressão diferente das que eu conhecia. — Você... você... tá usando o que por baixo desse vestido? — foi difícil, mas ele conse

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